sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ministro da Justiça discute na Paraíba Sistema Integrado de Segurança Pública no Nordeste

Ministro da Justiça discute na Paraíba Sistema Integrado de Segurança Pública no Nordeste
A redefinição do Programa Divisa Segura e a integração dos sistemas de segurança do Nordeste foram temas de uma reunião entre o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e secretários de Segurança dos nove estados da região, nesta sexta-feira (8). As discussões foram realizadas durante o Encontro dos Chefes de Organismos de Inteligência e Gestores dos Sistemas de Informação de Segurança Pública (Enchoi) – Etapa Nordeste. O evento, que é promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, em parceria com o Governo da Paraíba, foi realizado na cidade do Conde, Região Metropolitana de João Pessoa.


Além do ministro José Eduardo Cardozo e da secretária Nacional de Segurança Pública (Senasp), Regina Miki, participaram da reunião representantes da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e ainda os representantes do Exército, da Polícia Federal e Rodoviária Federal. Na pauta, a busca por ações mais repressivas e eficazes nas explosões a bancos no Nordeste e ainda a articulação de operações nas divisas, seguindo um modelo mais integrado de Segurança Pública, adotado durante o período de realização da Copa do Mundo no Brasil.


Para o ministro, o importante é manter sempre o foco na integração de forças policiais, construindo novos paradigmas para o enfrentamento do crime organizado e de quadrilhas que agem nas cidades do interior nordestino, usando explosivo contra instituições bancárias.


“É necessário a criação de uma estrutura que dará cobertura a todas as ações realizadas na região Nordeste. Nossa ideia é ter um conselho que não só fiscalizaria, mas que coordenaria as iniciativas de cada um dos nove estados. Só assim seria possível criar a base de um trabalho policial integrado e apoiado em sistemas de inteligências. Teríamos, neste conselho, um secretário de cada estado, um representante da Polícia Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal. Este evento é para discutirmos isto melhor e apressar o processo de reorganização do Programa Divisa Segura”, disse José Eduardo Cardozo.


O secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Cláudio Lima, reafirmou que a reunião desta sexta-feira com o ministro da Justiça buscou a organização de um modelo de segurança pública integrado entre todos os estados que compõem a Região Nordeste, com ideal de funcionamento como o do período da Copa do Mundo e que seja apoiado em ações de combate a quadrilhas de criminosos que agem em crimes contra a vida e com explosões de caixas eletrônicos.


“Todos os secretários de segurança do Nordeste vieram para João Pessoa e essa foi a oportunidade de trocar experiências e construir novas bases, formatos, com a implantação de um sistema integrado, pautado no serviço de inteligência policial”, afirmou Cláudio Lima, acrescentando que a Paraíba parte na frente, já que publicou recentemente a Lei da Inteligência, traçando diretrizes para a operacionalização da área de inteligência Policial do Estado. “Serviços de Inteligência da Polícia Civil, Militar e ainda Corpo de Bombeiros e Sistema Penitenciário trabalharão em conjunto nos dando subsídios para a realização de operações policiais eficazes”, finalizou Cláudio Lima.

Mário Luiz (Carioca) com PB Agora

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Após voto de Minerva, TRE confirma aliança PT/PSB e Lucélio mantém candidatura

Após voto de Minerva, TRE confirma aliança PT/PSB e Lucélio mantém candidatura
O TRE/PB (Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba) decidiu, por maioria dos votos, em sessão realizada nesta segunda-feira (04), por 4 votos a 3, entender como regular a coligação entre PT e PSB. O “voto de Minerva” foi do desembargador e presidente da Corte, Saulo Benevides. “Foi um ato de autoridade, de cima pra baixo, sem dar direito de ampla defesa ao partido político ou ao diretório estadual do partido”, avaliou o presidente que acompanhou o voto do relator e o parecer ministerial. 
Votaram pela regularidade da coligação: o desembargador João Alves, o juiz Corregedor, Tércio Chaves,  o juiz Eduardo José de Carvalho e o presidente. Foram contrários o Dr. Sylvio Porto , o juiz Breno Wanderley  e o juiz federal Rudival Gama.
Parabenizando a Justiça Eleitoral pela maturidade como conduziu o caso, Lucélio analisou a decisão da Corte como um recado aos que ainda insistem em querer vencer 'no tapetão'.
"Ficou provado que não adianta apelar para essas práticas ultrapassadas. Estávamos certos do nosso direito e ele se confirmou Acabou o tempo do PMDB ganhar no tapetão. Ganhamos na Justiça e agora vamos ganhar no voto!", afirmou o candidato petista.
A decisão cabe recurso.
debate 

Mário Luiz (Carioca) com Click PB

TRE-PB rejeita impugnação e defere o registro de candidatura de Cássio

 TRE realiza julgamento do registro de candidatura de Cássio ao Governo do Estado.
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) deferiu o registro de candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para disputar o Governo do Estado. No entendimento da maioria, cinco votos contra apenas um, os juízes membros da Corte entenderam que o prazo é de oito anos a contar do primeiro turno das eleições. Portanto, no dia 5 de outubro deste ano, data das eleições, o tucano estará elegível.

Votaram pela elegibilidade o relator, juiz federal Rudival Gama do Nascimento, os juízes Tércio Chaves de Moura, Sylvio Porto, Breno Wanderley e José Eduardo Carvalho. O único voto divergente foi do desembargador João Alves da Silva.
O julgamento
O julgamento foi iniciado com a sustentação oral dos advogados da coligação "A Força do Trabalho". Fábio Brito relembrou, em sua fala, as cassações obtidas por Cássio que culminaram na perca do mandato, após as eleições de 2006. "A inelegibilidade, que consta nas folhas 1.775 do acordão do caso FAC, afirmam que a data da inelegibilidade começa a contar a partir do segundo turno", alegou.
“Não se cuida aqui do que passou acabou, sem questionar a vida pregressa do candidato. Se englobarmos a tese da elegibilidade no primeiro turno, será ignorar atos considerados abusivos e inapropriados pela Justiça Eleitoral ,descritos no Acórdão e ocorridos no período entre o primeiro e o segundo turnos da referida eleição (2006)”, finalizou.
Em seguida, a advogada também integrante da impugnante, Gabriela Rollemberg, argumentou que Cássio Cunha Lima foi eleito no segundo turno e não no primeiro turno, período em que são escolhidos os eleitos e indicados para a diplomação.
“Houve uma diplomação, houve uma pose e houve o exercício do mandato, portanto, não se deve ser excluída a tese de anulação do pleito. O que foi anulado pela legislação eleitoral foram os votos do senhor Cássio Cunha Lima”, disse.
E complementou: “Ninguém pode se beneficiar da nulidade a que deu causa”.
Na sequência do julgamento, o procurador Regional Eleitoral Rodolfo Alves Silva, como parte do processo que pede a impugnação do registro. Segundo ele, não há como aceitar o registro de um postulante que teve o mandato cassado duas vezes – Caso FAC e do Jornal A União - nas eleições de 2006, em segundo turno.
Defesa
A defesa do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi promovida pelos advogados Harrison Targino e José Eduardo Alckmin. Em sua fala, Harrison argumentou que não há como se conceber que uma lei nova - Lei Complementar nº 135 (Lei da Ficha Limpa) - possa regrar fatos do passado. “Compreendemos que a sanção imposta no referido Acordão da tribuna, de três anos de inelegibilidade foi cumprido na íntegra, antes da deliberação da Lei Complementar nº 135”, disse.
O advogado José Alckmin argumentou que à época das cassações, a legislação eleitoral, com base na Lei Ficha Limpa, não cobrava a inelegibilidade de oito anos, mas apenas de três anos. No entendimento de Alckmin, que é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o prazo da inelegibilidade de Cássio a contar das eleições de 2006 foi concluído em 2009.
Relator vota pela elegibilidade
Em voto extenso e bem fundamentado, o relator da matéria, o juiz federal Rudival Gama do Nascimento, votou pela elegibilidade do senador Cássio Cunha Lima e, consequente, validade do registro de candidatura do tucano. Ele aplicou que a inelegibilidade para o tucano era de oito anos corridos, a contar do dia 1º de outubro de 2006 com término em 1º de outurbro de 2014, portanto, anterior às eleições deste ano que ocorrerão no dia 5.
“Não se podem extrair outro argumento do que diz os artigos envolvidos na legislação, que se referem ao primeiro turno da eleição”, disse.
O relator argumentou ainda que a legislação eleitoral determina que a contagem da inelegibilidade de um candidato começa a contar a partir do primeiro domingo de outubro, ou seja, do primeiro turno de cada eleição.
“A contar do prazo da elegibilidade, ele deve ocorrer a partir do primeiro turno”, disse o juiz, que complementou: “O fator determinante para o processo eleitoral é a maioria absoluta dos votos, que pode ocorrer em primeiro ou em segundo turno”.
Demais votos
Em seguida, o desembargador João Alves da Silva divergiu do entendimento do relator e indeferiu o pedido de registro da chapa encabeçada pelo candidato Cássio Cunha Lima. Segundo ele, a validade do pleito deve ser considerada, no caso, no segundo turno das eleições de 2006. “Após o primeiro turno, a eleição continua, com a mesma legislação eleitoral e gastos de campanha”, disse.
O juiz Tércio Chaves de Moura divergiu do desembargador João Alves e acompanhou o voto do relator. Ele argumentou que a elegibilidade é contada dia a dia e que o legislador, no caso da cassação da Fac, não deixa claro que o segundo turno de notabiliza como uma “nova eleição” ou “nova votação”. “Portanto, entende que é uma nova votação”.
Logo após, o juiz Sylvio Porto apresentou um voto curto. Ele se baseou em jurisprudência do Superior Tribunal Federal (STF). "Se o Supremo decidiu, quem sou eu para discordar. Eleição é uma só", disse sobre o prazo da elegibilidade.
Em seguida, os juízes Breno Wanderley e José Eduardo Carvalho, também votaram pela elegibilidade de Cássio.

Mário Luiz (Carioca) com WSCOM

Trio que teria sido detido por assalto à lotérica em JP é preso novamente, agora no RN

Segundo a polícia, os três detidos em Pipa seriam os mesmos que foram flagrados assaltando uma casa lotérica em João Pessoa, no começo de julho

Carro utilizado pelo trio foi recolhido pela polícia
Carro utilizado pelo trio foi recolhido pela polícia
Três paraibanos de Campina Grande foram presos na tarde desta segunda-feira (4) em Pipa, no Rio Grande do Norte, suspeitos de assaltos no estado vizinho e também em João Pessoa. O detalhe é que, segundo a polícia, eles seriam os mesmos que assaltaram uma casa lotérica na capital paraibana no começo de julho, quando teriam sido flagrados e presos após tentar levar o cofre do estabelecimento, mas já estariam soltos novamente.

De acordo com a Polícia Militar na Paraíba, os três foram denunciados por assaltos a turistas em Pipa e depois perseguidos pela polícia local. Durante a tentativa de fuga, o trio capotou o carro e acabou preso.

Ainda conforme a PM, os três seriam os mesmos que assaltaram a lotérica no bairro de Mangabeira 4, em João Pessoa, mas já estaria soltos e cometendo mais crimes novamente.

Os três suspeitos foram levados para a Delegacia de Polícia Civil em Pipa e o carro conduzido pelo grupo foi recolhido pela polícia.


Mário Luiz (Carioca) com Correio

Colisão traseira entre dois caminhões deixa uma pessoa ferida na Paraíba

Acidente aconteceu na BR-230, sentido Campina Grande/João Pessoa.
Segundo Bombeiros, um dos condutores ficou preso às ferragens.

Colisão traseira entre dois caminhões no KM 68 da Br-230 (Foto: Walter Paparazzo/G1) 
Colisão traseira entre dois caminhões no KM 68 da Br-230, sentido Campina Grande/ João Pessoa.
Uma pessoa ficou ferida após uma colisão traseira entre dois caminhões na tarde desta segunda-feira (4). O acidente aconteceu no km 68 da BR-230, no sentido Campina Grande/ João Pessoa, próximo ao distrito de Café do Vento. Um dos condutores ficou preso às ferragens, mas não sofreu lesões graves, segundo informações da equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, que esteve no local.

O Corpo de Bombeiros ainda informou que no momento da colisão a vítima não tinha companhia no seu veículo e que o homem se encontrava consciente e orientando, apresentando apenas uma fratura em um dos braços.
Após o resgate, a vítima tentou explicar o que aconteceu, porém não conseguiu. "O resgate demorou mas conseguimos retirá-lo das ferragens, conversamos com ele que tentou explicar, no entanto, estava muito nervoso e não foi possível compreender bem, apenas que ele perdeu o controle ", disse Tenente Alana do Corpo de Bombeiros.

Mário Luiz (Carioca) com G1
Foto: Walter Paparazzo

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Ciclista passa mal, cai de bicicleta e sofre grave acidente em João Pessoa

Segundo informações de pessoas que passaram pelo local, o ciclista estava desacordado e com um sangramento na cabeça; homem segue em estado grave no Hospital de Trauma
Ciclovia no José Américo
Ciclovia no José Américo
Um ciclista ficou gravemente ferido após passar mal e cair na ciclovia da Avenida Hilton Souto Maior, no José Américo, Zona Sul de João Pessoa. O acidente aconteceu na tarde desta sexta-feira (1º).


Segundo informações de pessoas que passaram pelo local, o ciclista estava desacordado e com um sangramento na cabeça. Ao presenciar o estado do homem, as pessoas acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

De acordo com a equipe do Samu, uma motolância foi direcionada até o local para prestar os primeiros socorros, mas devido à gravidade, uma Unidade de Suporte Avançado teve que ser acionada para levar o ciclista para o Hospital de Emergência e Trauma senador Humberto Lucena.

Ainda segundo a equipe do Samu, o homem deve passar por exames neurológicos; o estado de saúde é considerado grave.

Mário Luiz (Carioca) com Correio
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