As
testemunhas contaram aos policiais militares que atenderam à ocorrência
que os dois estavam bebendo em um bar, onde houve a discussão inicial.
O corpo do homem morto a facadas ficou estendido na calçada do prédio onde ele morava
(Foto: Secom-PB/Arquivo)
Um homem foi assassinado a golpes de faca e a
motivação teria sido uma briga sobre futebol. Um vizinho é o principal
suspeito do crime que aconteceu no bairro Valentina, em João Pessoa, na
noite deste domingo (11).
O corpo da vítima ficou estendido na calçada do prédio onde ele
morava. As testemunhas contaram aos policiais militares que atenderam à
ocorrência que os dois estavam bebendo em um bar, onde houve a discussão
inicial.
No caminho para casa, a dupla entrou em luta corporal e um esfaqueou o
outro. O suposto autor do homicídio não foi encontrado e a Polícia
Militar segue fazendo buscas.
Liberação
da delação de Palocci às vésperas da eleição é um dos pontos que
petistas vão explorar para acusar Moro de parcialidade
"Se o conceito de democracia já escapa a nossa elite,
muito mais o conceito de república. O significado da indicação de Sérgio
Moro para Ministro da Justiça só será compreendido pela mídia e fóruns
internacionais", escreveu Haddad.
(Foto: Reprodução)
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
prepara um habeas corpus que tem como fundamentação o fato de o juiz
federal Sérgio Moro ter aceitado o convite para assumir o Ministério da
Justiça no governo Jair Bolsonaro.
Segundo pessoas com acesso à defesa de Lula, os advogados vão
alegar que a ida de Moro para o ministério comprova a tese de que o juiz
foi parcial e tinha motivações políticas para condenar o ex-presidente e
tirá-lo da corrida presidencial. O HC deve ser encaminhado aos
tribunais superiores.
Um dos argumentos será a declaração do vice-presidente eleito,
general Hamilton Mourão, de que o convite a Moro foi feito ainda durante
a campanha eleitoral e que o juiz liberou a delação do ex-ministro
Antonio Palocci, cujo principal alvo é Lula, apenas seis dias antes do
primeiro turno das eleições.
A liberação da delação de Palocci às vésperas da eleição é um dos
pontos nos quais petistas e advogados de Lula vão explorar para reforçar
a narrativa de que Moro tratou o ex-presidente com parcialidade.
"É uma indecência. Mostra claramente que ele (Moro) sempre misturou a
atividade jurisdicional dele com a política", disse o deputado Wadih
Damous (PT-RJ), que integra a defesa do ex-presidente.
Para ele, Moro deve se afastar imediatamente de todos os processos que envolvam Lula.
A ex-presidente Dilma Rousseff também explorou este fato em uma série
de mensagens publicadas hoje em uma rede social. Segundo ela, a
liberação da delação prejudicou sua candidatura ao Senado por Minas
Gerais e a do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad.
Haddad, que tirou dois dias de folga com a família na Serra da
Mantiqueira, se pronunciou por meio de uma rede social. Segundo ele, a
elite brasileira não compreende o conceito de república e o significado
da escolha de Moro ficará por conta da imprensa e entidades
internacionais.
"Se o conceito de democracia já escapa a nossa elite, muito mais o
conceito de república. O significado da indicação de Sérgio Moro para
Ministro da Justiça só será compreendido pela mídia e fóruns
internacionais", escreveu Haddad.
Segundo o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, ao aceitar o convite
Moro confirma suspeitas de que conduziu o processo de Lula de forma
parcial.
"Apenas confirma as suspeitas sobre a sua isenção, como Juiz, nos
processos lawfare encetados contra Lula. Repito, não pelo fato de ter
aceito tecnicamente as denúncias do Ministério Público, que seriam atos
normais de jurisdição, mas pelas formas altamente politizadas e
tecnicamente manipuladas com que conduziu os processos e pelas
ilegalidades de forma e conteúdo que cometeu na condução dos mesmos",
disse Tarso.
O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB),
por meio da Operação Lei Seca, autuou 92 motoristas por alcoolemia
durante o mês de outubro. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira
(1º) pela Divisão de Policiamento e Fiscalização do órgão.
Nesse período, foram realizados 1.037 testes de
bafômetro, que resultaram na apreensão de 78 carteiras de habilitação
(CNHs) e na remoção de 18 veículos aos pátios do órgão. De acordo com o
balanço mensal, um motorista foi conduzido à delegacia. A operação ainda
autuou em flagrante 70 condutores pela prática de outras infrações ao
Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Segundo o chefe da Divisão de Policiamento e
coordenador da Lei Seca, major Edmilson Castro, “muitos motoristas ainda
insistem em desobedecer às leis de trânsito, mas os agentes da Operação
Lei Seca, com o apoio da Polícia Militar, estão empenhados para que
vidas sejam preservadas no trânsito do nosso Estado”, afirmou. O CTB prevê que os condutores de veículos flagrados
sob efeito de álcool estão sujeitos à multa no valor de R$ 2.934,70,
além de responder a processo administrativo de cassação da CNH por um
ano. Em caso de reincidência, será cobrado o dobro do valor da multa e o
condutor responderá pela cassação da CNH pelo período de dois anos. Feriado – Em virtude do feriado de Dia de Finados,
nesta sexta-feira (2), a fiscalização através da Operação Lei Seca será
intensificada, se estendendo por todo o fim de semana. “Essas blitzen
vão coibir abusos no trânsito, principalmente a prática de embriaguez ao
volante”, enfatizou o major Castro.
O
juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba (PR),
aceitou nesta quinta-feira (1º) o cargo de ministro da Justiça no
governo de Jair Bolsonaro (PSL), eleito no último domingo (28) para
comandar o Brasil nos próximos quatro anos.
Os dois se reuniram por cerca de uma hora e meia na casa de
Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, para tratar do
convite feito pelo presidente eleito no início da semana.
Sérgio Moro viajou na manhã desta quinta-feira (1º) do Paraná ao Rio
de Janeiro para se encontrar com o presidente eleito. Ele volta a
Curitiba no início da tarde de hoje.
Moro chegou ao condomínio de Bolsonaro pouco antes das 9h. Ele deixou o local por volta das 10h40.
Veja a nota completa de Moro:
“Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado
Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após
reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei
o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos
de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte
agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a
Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na
prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção
dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A
Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais.
De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo
afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista
coletiva com maiores detalhes. Curitiba, 01 de novembro de 2018. Sérgio Fernando Moro”.
O homem,
que trabalhava como carpinteiro na cidade de Patos, já havia sido
autuado em flagrante uma vez por conta de agressão e ameaça à
ex-companheira.
O Samu foi acionado mas apenas constatou o óbito
(Foto: Walla Santos)
Um homem foi encontrado morto no local onde morava
pouco tempo depois de ter esfaqueado a ex-companheira e a irmã dela na
cidade de Patos, no Sertão do Estado, na noite desta quarta-feira (31). O
delegado Edson Pedrosa confirmou, em entrevista ao ClickPB, que João
Paulo Lopes teria se enforcado.
O homem, que trabalhava como carpinteiro na cidade de Patos, já havia
sido autuado em flagrante uma vez por conta de agressão e ameaça à
ex-companheira. Nesta quarta-feira ele teria ido até a casa dela e
desferido uma facada contra sua cabeça. A cunhada tentou intervir no
caso, mas acabou sendo esfaqueada no braço também.
As mulheres foram socorridas e levadas para o Hospital Regional de
Patos e para a Unidade de Pronto Atendimento. De acordo com as primeiras
informações, as mulheres apresentam quadro de saúde estável.
Depois de ter esfaqueado as duas mulheres, João Paulo teria voltado
para o lugar onde morava e se enforcado. O Serviço Móvel de Urgência
(Samu) chegou a ser acionado, mas quando chegou ao local, o homem já
estava morto.
A perícia já foi até o local do crime e o corpo foi levado para o
Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Patos. O delegado
Edson Pedrosa adiantou que irá “passar o caso para o delegado titular da
área e ele vai apurar”.
Criminosos usavam estratégia para escapar de
flagrantes em abordagens policiais no Morro do Urubu. Dez pessoas já
foram presas
Agentes vasculham comunidade em busca dos suspeitos
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (1º), uma operação no Morro do Urubu,
em Pilares, na zona norte do Rio de Janeiro, para prender traficantes
que se passavam por mototaxistas para despistar a polícia.
O objetivo das equipes é cumprir 13 mandados de prisão. Até as 7h28,
dez pessoas haviam sido presas, entre elas o gerente do tráfico da
comunidade, conhecido como "Bracin".
Cerca de 150 policiais civis do DGPE (Departamento Geral de Polícia
Especializada), da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), SAER
(Serviço Aeropolicial) e PRF (Polícia Rodoviária Federal) estão nas ruas
da comunidade apoiados por helicópteros blindados.
A plataforma OTT-RJ (Onde Tem Tiroteio), que monitora disparos na
capital e na região metropolitana do Rio, registrou tiros por volta das
5h30. A Polícia Civil confirmou que houve confronto.
Além das prisões, os agentes apreenderam drogas e uma pistola glock 9 mm, com kit rajada e carregadores alongados. Nova estratégia de atuação do tráfico
A investigação da DCOD (Delegacia de Combate às Drogas) durou oito
meses e apontou que pessoas envolvidas com o crime organizado usavam o
disfarce para evitar o flagrante em abordagens policiais.
“Trata-se de uma nova forma de atuação do tráfico, onde os
investigados, em eventuais abordagens policiais, não eram flagrados com
qualquer material entorpecente”, explicou, em nota, a DCOD.
Segundo a Polícia Civil, os indiciados ficavam baseados nas ruas de
acesso à comunidade, de onde recebiam as "encomendas" de drogas dos
usuários e as buscavam junto às "bocas de fumo", no interior da favela.
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