A
programação do Forró Fest 2011 acaba de anunciar um novo município. O
Conde, que possui um dos cenários mais deslumbrantes do Estado – o
Litoral Sul – vai sediar a segunda eliminatória do festival da música
nordestina.
Na tarde desta quarta-feira, o prefeito da cidade, Aluísio Régis,
oficializou a parceria durante encontro com o superintendente da Rede
Paraíba de Comunicação, Guilherme Lima, na sede do grupo.
A 23ª edição do evento terá início no dia 28 de maio, na cidade de
Monteiro. Em seguida, as eliminatórias acontecem no Conde (4 de junho),
em Sousa (11 de junho) e em Guarabira (18 de junho). De cada etapa,
sairão três músicas classificadas, que concorrem na grande final, a ser
realizada em Campina Grande, no dia 25 de junho, inserida nos
festejos do ‘Maior São João do Mundo’.
A cada edição do evento, são premiados os autores das três melhores
canções participantes, que devem ser inéditas, e o melhor intérprete da
temporada. As inscrições para o festival, promovidos pelas TVs Cabo
Branco e Paraíba, serão abertas em abril.
Deputado Tiririca na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília / Foto: Ailton de Freitas / O Globo (03.03.2011)
RIO – O deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o
Tiririca (PR-SP), nomeou como secretários parlamentares no dia 23
fevereiro dois amigos que trabalham no humorístico “A Praça é Nossa”, do
SBT. De acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira no jornal “O
Estado de S. Paulo”, os comediantes Américo Niccolini e Ivan de Oliveira
recebem o maior salário do gabinete - de até R$ 8 mil - somadas as
gratificações.
Niccolini e Oliveira são os criadores dos slogans
da campanha eleitoral do deputado: o “Vote no Tiririca, pior do que está
não fica” e "O que é que faz um deputado federal? Na realidade, não
sei. Mas vote em mim que eu te conto". Todas as semanas, Niccolini
aparece na TV incorporando o personagem Dapena, uma sátira do
apresentador José Luiz Datena. Durante as eleições do ano passado, foi a
vez de interpretar os então presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma
Rousseff (PT).
Segundo a reportagem, os dois humoristas moram em
São Paulo e não cumprem expediente diário como servidores da Câmara, já
que Tiririca não tem escritório político na capital paulista.
Ao jornal, Niccolini justificou a sua contratação na Câmara:
-
A gente é bom para dar ideias. Ele (Tiririca) escolheu a gente porque
ajudamos na campanha, só por isso. Porque acredita que podemos dar boas
ideias.
Em reposta à reportagem, Tiririca informou, por meio de
sua assessoria de imprensa, que contratou os dois amigos para ajudá-lo
no mandato parlamentar.
“O deputado Tiririca nomeou os assessores
levando em conta o critério de conhecê-los pessoalmente e também o fato
de serem dois comunicadores que vão colaborar e desenvolver trabalhos
dentro da temática que o deputado atua".
Da Extra
O
Rio de Janeiro pode até não sair de moda, ser famoso pelas belezas
naturais e objeto de desejo de turistas de todo o mundo. Mas o Rio que
vai ficar famoso nas próximas semanas não é obra conjunta da natureza e
do homem. Foi esculpido em Connecticut, nos Estados Unidos, por 300
animadores sob a batuta de um carioca radicado em Nova York: Carlos
Saldanha. Rio, a nova animação dirigida por ele, chega aos cinemas na
sexta-feira (8) e tem potencial para repetir o último sucesso do
diretor, Era do Gelo 3, que chegou ao topo da bilheteria mundial de 2009, com renda de 900 milhões de dólares.
O filme conta a história da arara-azul Blu, dublada por Jesse Eisenberg (de A Rede Social),
que foi parar no frio Estado de Minnesota, nos EUA, onde foi
domesticado por uma simpática nerd. Além de não saber voar, Blu é cheio
de tiques nervosos e manias. Os dois são abordados pelo ornitólogo Túlio
(Rodrigo Santoro), que conta ser Blu o último macho de sua espécie e
convence sua dona a levá-lo ao Rio de Janeiro para acasalar com Jewel
(Anne Hathaway), a última fêmea. Na Cidade Maravilhosa, onde Blu se
descobre um estrangeiro em sua própria terra, a dupla é sequestrada por
traficantes de animais e precisa dar um jeito de fugir. Os dois são
perseguidos pela cacatua Nigel, capaganga dos traficantes dublada por
Jemaine Clement, um dos pontos altos do filme. Todo o enredo se
desenrola durante o carnaval.
Se
o Rio de Saldanha tem a mágica das animações dos antigos filmes dos
estúdios Disney — hoje relegados à memória da era 2D — isso se deve ao
olhar estrangeiro do seu diretor. Há mais de 20 anos fora do Brasil,
Saldanha, sempre que volta ao Rio, olha a cidade como um turista. “Adoro
a sensação de ver o Rio pela primeira vez. Me sinto um turista, presto
atenção em detalhes que passariam batido. Quis passar essa sensação para
quem assistir ao filme”, afirmou em visita ao Brasil. Ele conseguiu.
Embora artificial, o Rio que o diretor criou em Connecticut tem as cores
e as paisagens de tirar o fôlego da cidade real. O uso do 3D enriquece a
beleza do longa de um jeito que, quando os protagonistas pulam de
asa-delta da Pedra da Gávea, dá para sentir o frio na barriga que
antecede o pulo. As reproduções em 3D do Corcovado, Santa Teresa e a
Vista Chinesa também não deixam a desejar. Rio dá samba
não só pelas montanhas e praias de pixels. O elenco de dubladores é
talentoso. Todos foram orientados por Saldanha a soar como eles mesmos,
evitando vozes cartunescas. “Cheguei ao estúdio implorando ao Carlos que
me deixasse fazer um sotaque português… Ou o certo é dizer
brasileiro?”, afirmou Anne Hathaway a ÉPOCA, se confundindo com as
palavras. “Fiquei surpresa quando me disseram que eu deveria soar como
eu mesma”. Por isso, o texto que as aves do filme falam foi construído
de forma colaborativa e espontânea. Os atores não só tinham liberdade
como eram encorajados a improvisar, ir além do roteiro. “Carlos sempre
me encorajou a fazer piadas que não estavam previstas, usar a minha
personalidade”, disse Eisenberg. O vilão Nigel é uma atração a parte e
tem o carisma dos grandes vilões infantis. É uma cacatua feia que se
alimenta de frango e foi um grande astro de telenovelas — até ser
trocado por uma ave mais jovem e bonita. Seu número musical, com a
canção “Pretty Bird” escrita pelo próprio dublador, é um dos melhores
momentos do filme.
No
carnaval de Saldanha, quem desfila na produção musical é o músico
brasileiro Sérgio Mendes, com composições de Will.i.am (do Black Eyed
Peas), Taio Cruz e Carlinhos Brown. Rio gravita do samba ao
funk e tem músicas que contagiam. É o que se vê na nova de “Mas que
nada”, que fez sucesso no exterior com o grupo Brasil ’66, liderado por
Sérgio e é aparece na animação. Na primeira cena do filme o espectador
dá de cara com um samba-enredo com uma percussão rica, valorizada pelo
som de uma boa sala de cinema, e cantando em inglês. Rio tem suingue.
O
filme, que no fim das contas se revela uma história de amor, vai
agradar a crianças e adultos. Para o público carioca o filme terá um
significado especial, por conta do momento de recuperação da auto-estima
da cidade, que vai sediar os grandes eventos esportivos e tem
recuperado territórios antes dominados pelo tráfico. Carlos Saldanha
prova que, além de dar samba, o Rio dá cinemão de qualidade.
Os casos de violência nas
escolas de Campina Grande continuam preocupando pais, alunos e professores.
Desta vez, a ocorrência foi registrada no interior de uma sala de aula da
Escola Estadual Nossa Senhora do Rosário, no bairro da Prata, em Campina Grande. O
fato ocorreu na tarde da última quarta-feira. Dia 30, e teve como vítima um
estudante de 14 anos, aluno da 6ª série do ensino fundamental. Ele foi agredido
por uma colega de sala que usou uma caneta para feri-lo nas costas durante uma
aula de história. Parte do objeto ficou presa nas costas da vítima e foi
necessário levá-lo para o hospital.
A direção do estabelecimento informou que o garoto
agredido já é acompanhado pelo Conselho Tutelar, em decorrência de outros
problemas causados na escola.
De acordo com a mãe do menino, uma dona de casa de 38 anos, moradora do bairro
de Bela Vista, a agressão teve início após uma discussão. O adolescente estaria
na frente do quadro negro da sala de aula e se recusou a sair depois que a
colega pediu. Inconformado por não estar conseguindo ver as lições no quadro, a
aluna agrediu o adolescente.
O golpe feriu a vítima de forma superficial, mas provocou sangramento. Levado
para o hospital, os médicos atestaram que parte da caneta, ficou dentro de pele
e um procedimento cirúrgico simples deverá ser feito para retirada do mesmo.
A reportagem do Diário da Borborema foi até a Escola Estadual Nossa Senhora do
Rosário e descobriu que o adolescente tido como vítima, já é bastante conhecido
dos gestores da unidade. De acordo com a diretora geral do local, Evelane
Pinto, o ato de violência pode ter sido gerado como consequência do próprio
comportamento irregular da vítima.
"Ele já contabiliza vários problemas no colégio, inclusive, já é até
acompanhado pelo Conselho Tutelar. Convidei a mãe dele para ela ser voluntária
da escola, e também frequentar a unidade para conferir o quanto seu filho nos
dá trabalho. Nós estamos tomando as providências e ambos os estudantes estão
afastados. A menina, na qual figura como acusada, nunca nos deu nenhum problema
e de acordo com a professora que estava na sala de aula, ela deve ter agido em
um ato de defesa, pois já não aguentava as provocações do menino",
comentou.
A mesma versão dada pela gestora, foi apresentada pela coordenadora pedagógica
do educandário. Segundo Maria José Cunha, o menino já tem um histórico de mau
comportamento. "Ele não gosta de assistir aula e vive brigando com os
amigos de sala. A violência não pode ser justificado, de forma alguma, porque
aqui é um local de aprendizagem, no entanto, as famílias devem entender que a
escola não existe para resolver todos os problemas do convívio social",
declarou.
Os ministros do Supremo Tribunal Federal
(STF) Celso de Mello e Ellen Gracie decidiram nesta quarta-feira (30)
devolver ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quatro recursos de
ex-candidatos barrados nas eleições de 2010 pela Lei da Ficha Limpa.
Entre eles, está o do ex-governador de Roraima Flamarion Portela (PTC).
Na última quarta-feira (23), por 6 votos a 5, o STF decidiu que a Lei da
Ficha Limpa não deveria ter sido aplicada às eleições do ano passado. A
norma, que barra a candidatura de políticos condenados por decisões de
colegiados, entrou em vigor em junho de 2010.
No julgamento, o plenário autorizou os ministros a decidir os casos de
forma individual. Mas, de acordo com o Código de Processo Civil, nesse
tipo de recurso, é possível optar por decidir individualmente ou remeter
o processo à instância de origem, no caso TSE.
O objetivo da devolução dos processos à Justiça Eleitoral seria garantir
que eles sejam decididos uniformemente. Segundo a assessoria do TSE,
caberá tribunal eleitoral analisar se, com base na decisão do Supremo,
os candidatos poderão ser liberados dos efeitos da Lei da Ficha Limpa.
O ministro Celso de Mello devolveu ao TSE o processo de Roberto Barros
Júnior (PSDB-AC). Candidato a deputado estadual, ele foi condenado pelo
Tribunal de Justiça do Acre por crime contra o patrimônio, sentença
confirmada, em 2009.
A ministra Ellen Gracie remeteu ao TSE o processo de Flamarion Portela. O
ex-governador do estado, barrado por ter tido os direitos políticos
suspensos pelo TSE, foi acusado de compra de votos e uso da máquina
pública nas eleições de 2002. Teria sido eleito no ano passado deputado
estadual com 2.295 mil votos.
Além dele, foram devolvidos por Ellen Gracie os recursos de José Luiz
Nogueira de Sousa (PT-AP) e Uebe Rezeck (PMDB-SP), ambos concorreram
para deputado estadual.
Tramitação
Ainda tramitam no STF 24 recursos de candidatos que contestam da Lei da
Ficha Limpa. Não há prazo para que o TSE analise a situação dos
candidatos.
Em entrevista na semana passada, o presidente do TSE, ministro Ricardo
Lewandowski, explicou que cada recurso de candidato barrado terá que ser
analisado separadamente. "É preciso aguardar que todos os trâmites
processuais se encerrem para que a haja a substituição", disse.
Segundo ele, depois de liberado o registro do candidato que foi barrado
nas eleições de 2010, o TSE e os tribunais regionais eleitorais deverão
refazer cálculo do quociente eleitoral – caso seja necessário – e
proclamar novamente o resultado das eleições.
Com isso, o próprio político poderá pedir para que a Câmara, o Senado ou
as Assembleias Legislativas nos estados tomem providências para
empossá-lo. De acordo com Lewandowski, os ex-candidatos que já tiveram
os recursos julgados poderão entrar com pedidos para que a situação seja
reconsiderada, segundo a decisão do STF sobre a ficha limpa.Não terão
direito a rever a situação do registro os políticos barrados que não
concorreram no pleito ou os que não entraram com recurso na Justiça.
Pelo
menos três praias estão impróprias para o banho neste fim de semana. As
as praias de Jacaré, em Cabedelo, na Grande João Pessoa, e as praias de
Manaíra e Bessa I, na Capital. Clique aqui e confira o relatório da Sudema.
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