segunda-feira, 4 de abril de 2011

Polícia investiga assassinato de irmãs adolescentes no interior de SP

Josely, de 16 anos, e Juliana, de 15, foram mortas a tiros em Cunha.

Principal suspeito é rapaz que mantinha relações com a família das meninas.

Betânia fez 18 anos na última quarta-feira (30), mas não comemorou. Nesse dia, ela estava no enterro das duas irmãs mais novas: Josely, de 16 anos, e Juliana, de 15. “Eram meninas exemplares. Eram tranquilas, responsáveis, inteligentes. A minha vida jamais será a mesma, depois disso”, diz Betânia.

Josely e Juliana foram encontradas mortas na zona rural de Cunha, 217 km de São Paulo, perto da divisa com o Rio de Janeiro. O crime parou a cidade: um destino turístico, de 20 mil habitantes, no Vale do Paraíba.
Uma imagem mostra a última vez em que a adolescente Josely chega para a aula, no segundo ano do Ensino Médio. O "Fantástico" teve acesso com exclusividade às imagens das câmeras de segurança da escola, no dia em que ela e a irmã Juliana - que não aparece no vídeo - sumiram misteriosamente.
Horas depois da gravação, Josely e a irmã nunca mais foram vistas com vida. Naquele dia, tinham seguido a rotina. Deixaram a escola e subiram no ônibus para casa.
“Elas estavam tranquilas dentro do ônibus, não comentaram nada, estavam conversando com as crianças”, conta o motorista Sérgio de Toledo.
As duas irmãs desceram do ônibus escolar no começo da noite de 23 de março, em um ponto, na zona rural de Cunha. Até a casa delas, elas teriam que caminhar, mais ou menos, um quilômetro e meio.
Mas antes de chegar em um casarão, segundo a polícia, as duas desapareceram. “Eu não vi ninguém, não vi carro. Nada, nada, nada”, diz o motorista.
O desaparecimento, aparentemente sem motivo, chamou a atenção de todos na cidade de Cunha. As buscas foram feitas com cães farejadores e até um helicóptero. Mas, cinco dias depois, na última segunda-feira, veio a notícia: Josely e Juliana estavam mortas.
Foram assassinadas a tiros, a três quilômetros da casa onde moravam com os pais.
Suspeito do crimeSegundo a polícia, o principal suspeito do crime é Ananias dos Santos, de 27 anos. Ele era amigo da família das vítimas.
Ananias foragido da Justiça, que hoje está topo da lista dos mais procurados do estado de São Paulo.
O rapaz cumpria pena por roubo, porte ilegal de arma e formação de quadrilha, em regime semiaberto em um presídio de Tremembé, no interior paulista. Passou sete anos na cadeia.
Há dois anos, foi beneficiado com uma saída temporária de páscoa e não voltou mais.
Depois de escapar da cadeia, Ananias foi viver com o pai e dois irmãos, bem perto da casa das adolescentes que acabariam sendo assassinadas.
“Ele estava aqui. Mas com a chegada dos rapazes aí, ele pegou e saiu. E a gente não está sabendo onde ele está”, conta o pai de Ananias.
A polícia acredita em um crime passional e diz que Ananias era apaixonado por Juliana. Um amor que não era correspondido.
“A Josely, ela levou um tiro na cabeça e um no tórax. E Juliana, um tiro na cabeça e três no tórax. Três tiros no peito. Então, possui uma potencialidade lesiva muito maior em Juliana”, explica o delegado Marcelo Vieira.
Segundo a polícia, a atual namorada de Ananias, uma enfermeira 22 anos mais velha que ele, sabia do crime e não contou nada. Ela também é considerada suspeita.
“Frequentou a residência, orou com os familiares, ajudou a colocar fotografias na internet e manteve essa informação em sigilo”, diz o delegado.
Ananias pode ter matado ainda um casal de Cunha, em outubro de 2009. O crime aconteceu depois dele ter fugido da cadeia, a 50 km de Cunha, na cidade vizinha de Parati, já no estado do Rio de Janeiro.
Tristeza da famíliaDepois do enterro de Josely e Juliana, a família está morando com amigos, no centro de Cunha. Na sexta-feira (1), o "Fantástico" voltou com José de Oliveira e Iracema de Oliveira, os pais das moças, à casa da família. “Dá muita saudade”, conta.
No quarto, nada será mudado. “Muito triste. O sentimento é de ficar olhando essas coisas, o coração da gente dispara muito”, diz. “Representa pra mim que elas vão chegar, ali em qualquer momento, perto de mim, sorrindo, alegre, principalmente a Josely, chegar: ‘Benção minha mãe, como a senhora passou, está tudo bem’”, conta a mãe das meninas.
“É difícil. A gente falar, marca muito”, fala o pai, emocionado.
Betânia, a irmã mais velha, preferiu não mostrar o rosto, mas falou das irmãs. “A Josely gostava de se maquiar, arrumar o cabelo, adorava. Ela tinha que colocar uma roupa mais legal, não gostava de sair de qualquer jeito”, diz. “A Juliana sempre falava: ‘Ai, mãe, um dia ainda a senhora vai me ver na passarela’”, conta.
A morte brutal das duas estudantes vai marcar os amigos e colegas para sempre. "Pessoas meigas, amigas de todo mundo, todo mundo gostava delas”, conta Flávia Pires, amiga das duas irmãs.
“A sala está em luto, acabei de sair de lá da sala deles, e eles estão bastante aborrecidos ainda”, diz Júnia Pereira da Silva Gonçalves, professora de português.
G1

Motociclista morre ao bater de frente com ônibus, em João Pessoa


Uma motocicleta bateu de frente com um ônibus na rua Antônio Correia da Costa, no bairro dos Funcionários, em João Pessoa. O acidente aconteceu na noite deste domingo (3). O condutor da moto, Geraldo Pereira da Silva, de 44 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

De acordo com testemunhas, a motocicleta estava na contramão. O corpo do condutor foi encaminhado à Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol).
Uma perícia poderá detectar se o condutor apresentava sinais de embriaguez, o que poderia ter infuenciado no acidente.

Da Redação Com Paraíba 1
Foto Walter Paparazzo

Terremoto de magnitude 6.7 na escala Richte em Java, mas alerta tsunami é cancelado

Terremoto de magnitude 6.7 na escala Richte em Java, mas alerta tsunami é cancelado

Um sismo de magnitude 6.7 na escala de Richter abalou esta noite a ilha indonésia de Java e levou à emissão de um alerta de tsunami, que já foi cancelado.

«O alerta de tsunami foi cancelado uma vez que se comprovou não haver movimentos de ondas depois do terramoto», afirmou o porta-voz da Agência Indonésia de Meteorologia e Geofísica.

Não há, para já, informação de danos pessoais ou materiais.

De acordo com a imprensa local, milhares de habitantes da cidade de Cilacap saíram para as ruas e tentaram abrigar-se em mesquitas até ser cancelado o alerta de tsunami.

Segundo o Serviço Geológico norte-americano, o abalo ocorreu às 3.06 horas locais (20.06 horas GMT), tendo o epicentro sido registado a 24 quilômetros de profundidade e a 412 quilômetros a sudoeste de Jacarta.

Click PB

sábado, 2 de abril de 2011

Verdades e mentiras do falso coronel que trabalhou na cúpula da segurança

O falso tenente-coronel Carlos da Cruz Sampaio Junior / Foto: Fabiano Rocha / Extra

sexta-feira, 1 de abril de 2011

'O carro voou', diz filho de vítima de explosão de bueiro em Copacabana

Ele contou que taxista passava por cima do bueiro na hora da explosão.
Acidente na Av. Copacabana deixou cinco feridos, segundo Secretaria.


Bueiro explode em Copacabana nesta sexta (1º) (Foto: Fabio Cruz de Souza/Arquivo Pessoal)Bueiro explode em Copacabana e atinge dois táxis nesta sexta (1º) (Foto: Fabio Cruz de Souza/Arquivo Pessoal)

A explosão de um bueiro, na noite desta sexta-feira (1º), na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, na Zona Sul do Rio, assustou quem passava pelo local.

Segundo a Secretaria municipal de Saúde, ao todo, cinco pessoas feridas no acidente deram entrada no Hospital Miguel Couto, também na Zona Sul, sendo três delas com queimaduras no tórax e nos braços. Ainda de acordo com o órgão, os ferimentos são considerados leves e a previsão é de que todos recebam alta ainda nesta noite.

Dois táxis foram atingidos pela tampa do bueiro. O filho de um dos taxistas que teve o carro danificado no acidente disse que o pai passava por cima do bueiro no momento da explosão.
Bueiro Copacabana (Foto: Carolina Lauriano/G1) 
Táxi passava por cima do bueiro no momento da
explosão (Foto: Carolina Lauriano/G1)
"Meu pai contou que estava levando um passageiro e passava pela Avenida Copacabana quando o carro levantou. Ele estava passando por cima do bueiro no momento em que ele explodiu. O carro voou", contou Flávio Siqueira da Silva Júnior, de 22 anos.
Segundo Flávio, que também é taxista, o pai é hipertenso e ficou muito nervoso com o que aconteceu. "Ele sofre de pressão alta e me ligou chorando muito, muito nervoso. Vim correndo de Realengo para cá", disse, enquanto aguarda a alta do pai.
O funcionário de uma lanchonete em frente ao local onde ocorreu a explosão contou que pensou se tratar de um ataque terrorista. "Ouvi um barulho muito forte, um estrondo. Pensei que fosse um carro-bomba", disse Jailson Alves da Silva, acrescentando que acredita ter tido duas explosões em sequência. "Após o primeiro clarão, voltei para dentro da loja e senti um novo clarão. Houve muita correria, pessoas chorando e gritando".
Ainda segundo o atendente, a lanchonete teve de ficar fechada cerca de 30 minutos "por questão de segurança".
"Foi tudo muito rápido", diz testemunha
Outro que presenciou a explosão foi o motoboy Sérgio Vicente, de 21 anos. "Quando teve o estrondo, a luz da rua apagou e depois voltou como um clarão. Foi tudo muito rápido", disse o jovem, ainda assustado.

Um internauta que passava pelo local filmou os momentos após a explosão. As imagens, postadas no YouTube, mostram muita fumaça e a movimentação do Corpo de Bombeiros. Numa delas é possível ver a tampa do bueiro sobre um dos táxis atingidos. Com o estouro, parte do asfalto da Avenida Nossa Senhora de Copacabana cedeu.
Procurada pelo G1, a Light, empresa responsável pelo fornecimento de energia no local, informou que já está com uma equipe no local para apurar o ocorrido.

Em nota oficial, a Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro (CEG) informou que também encaminhou uma equipe para o local. Segundo a companhia, ainda não foram solicitados testes para identificar se haveria presença de gás na região. A equipe da CEG está à disposição da Light para qualquer esclarecimento.

Trecho interditado

A CET-Rio informou que o acidente foi na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, na altura da Rua Bolívar. A avenida está com trecho interditado logo após a Rua Miguel Lemos. O desvio está sendo feito pela Miguel Lemos, Avenida Atlântica e retorna pela Rua Barão de Ipanema.

O tráfego registra lentidão na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, na Avenida Atlântica sentido Leme, Corte do Cantagalo, Rua Francisco Otaviano, e Rua Visconde de Pirajá, na altura da Rua Gomes Carneiro.
No dia 29 de junho de 2010, um casal de turistas americanos foi atingido pela explosão de um bueiro na esquina da Rua República do Peru com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana. A mulher ficou 68 dias internada na Clínica São Vicente, na Gávea.
Bueiro explode em Copacabana (Foto: Carolina Lauriano/G1) 
Parte de rua ficou destruída após táxi ser atingido por tampa de bueiro (Foto: Carolina Lauriano/G1)

Equipe de Estagiários distribui Cartilha para combater à esquistossomose na cidade de Conde



A UFPB enviou esta semana para cidade de Conde duas equipes de Estagiários para prestar atendimento à população. Os grupos são formados por uma enfermeira, uma fisioterapeuta e um nutricionista. Os grupos ficarão à disposição das autoridades de Saúde da cidade de Conde por 7 dias, distribuídos nos Bairros da cidade.
A equipe formada pela Michele enfermeira, Raiza fisioterapeuta e o Danilo nutricionista.
A Secretaria de Saúde de Conde começaram nessa sexta-feira (01) a distribuição de cartilha para combater à esquistossomose na cidade de Conde. 
De acordo com o órgão, é possível que as chuvas de janeiro tenham levado caramujos transmissores da doença para locais onde antes não eram encontrados. O objetivo da Campanha é alertar à população sobre a doença, por meio de visitas domiciliares e em postos de saúde e escolas. 
Pessoas com suspeita da doença deverão fazer exames de fezes, que identificam o verme causador da esquistossomose. 
Os sintomas da esquistossomose são: sensação constante de estômago cheio, perda de peso, vômito e diarréia. Pequenas feridas, acompanhadas de coceira, também denunciam a entrada do verme pela pele. Na forma crônica, a doença agride o fígado e o baço e, caso não haja tratamento, pode atingir também o coração e o cérebro.



O caramujo transmissor da esquistossomose é pequeno (do tamanho de uma moeda de 50 centavos) e tem hábitos aquáticos, sendo comumente encontrado nas margens de rios e lagoas. Em 2010, foram identificados 200 casos da doença apenas nas áreas consideradas endêmicas. Este ano, 80 moradores já foram contaminados pela doença nos primeiros meses de 2011.

Como se Manifesta Fraqueza, tontura
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EM ESQUISTOSSOMOSE
Diarréia
Diarréia
Constipação intestinal.
Constipação intestinal.
Emagrecimento
Emagrecimento

OUTRAS DOENÇAS TAMBÉM APRESENTAM ESSES SINTOMAS

Muitas pessoas têm esquistossomose e não sabem, porque não sentem nada.

A T E N Ç Ã O

Procure um serviço de saúde se você:

� Têm parentes (pais, irmãos, tios, etc.) ou amigos com esquistossomose;
� Freqüentou ou freqüenta regiões que tem pessoas com esquistossomose;
� Usa águas de rios, lagoas, riachos e represas.

FORMA GRAVE DA DOENÇA

FORMA GRAVE DA ESQUISTOSSOMOSSE É MENOS FREQÜENTE
Além de sintomas da forma leve, aparecem outros.
Aumento do baço e do fígado.
Aumento do baço e do fígado. 
Reportagem: Mário Luiz (carioca)
Fotos: Central Conde de Jornalismo
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