terça-feira, 7 de novembro de 2017

CNT: 97% das rodovias estaduais são ruins ou péssimas

Um estudo divulgado pela Confederação Nacional dos Transportes nesta terça-feira (07) aponta que 97,6% das rodovias estaduais paraibanas estão ruins ou péssimas. Uma extensão que abrange apenas 10 quilômetros foi considerada boa, enquanto 254 quilômetros foram avaliados como ruins e outros 147 quilômetros como péssimos.
A maioria das rodovias federais, no entanto, apresenta uma boa qualidade.
O estudo aponta que nos 1.300 km de rodovias federais analisados na Paraíba, 20% está ótimo, 54,4% bom, 25,2% regular e 0,2% ruim.
Pesquisa detalhada 
A pesquisa também traz um levantamento detalhado de como é a situação de cada rodovia. No que se diz respeito à pavimentação, é constatado que 74% das rodovias federais tem condições ótima. Em relação às estradas estaduais, o estudo apresenta que 70% é regular.

Conforme a CNT, 59% das rodovias federais são bem sinalizadas. Já as rodovias estaduais 54% têm péssima sinalização.

Por fim, a CNT detalha a questão da Geometria da Via. Neste quesito 56% das rodovias federais são regular e 79% das estaduais são péssimos.

Pesquisa
A 21ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias avaliou 105.814 km de rodovias, um acréscimo de 2.555 km (+2,5%) em relação a 2016. Foi percorrida toda a extensão pavimentada das rodovias federais e das principais rodovias estaduais do país.
Neste ano, a pesquisa constatou uma queda na qualidade do estado geral das rodovias pesquisadas. A classificação regular, ruim ou péssima atingiu 61,8%, enquanto em 2016 esse índice era de 58,2%. Em 2017, 38,2% das rodovias foram consideradas em bom ou ótimo estado, enquanto um ano atrás esse percentual era de 41,8%.

Da Redação com Mais PB

Correios de Serraria volta a ser assaltado no dia de reabertura

Correios de Serraria volta a ser assaltado no dia de reabertura
Dois homens armados, pilotando uma moto, assaltaram a agencia dos Correios, da cidade de Serraria, na manhã desta terça-feira (07), mesmo dia que o estabelecimento reabriu as portas após mais de 15 dias fechado, também por conta da violência.

Segundo populares, com arma em punho, a dupla assaltou os funcionários e fugiu com os celulares e o pouco dinheiro que tinha nos caixas. No momento da ação, só havia um policial para patrulhar toda a cidade e ele não conseguiu localizar os bandidos.

A agência estava reabrindo após passar 22 dias fechada por ter sofrido um assalto no último dia 16 de outubro. Na época, uma dupla também chegou em uma motocicleta de posse de armas de fogo, renderam os funcionários e fugiram levando cerca de R$ 4 mil.

Da Redação com PB Agora

Advogada é condenada por estelionato, após enganar cliente na Paraíba

Condenada vai prestar serviços a comunidade e ter interdição temporária de direitos.

Tribunal de Justiça da Paraíba
Uma advogada que atuava no Sertão da Paraíba foi condenada pelo crime de estelionato no exercício de sua profissão. A sentença foi prolatada pelo juiz da 1ª Vara da Comarca de Cajazeiras, Francisco Thiago da Silva Rabelo, que condenou uma advogada à prestação de serviços à comunidade e interdição temporária de direitos. Ela também foi condenada na denunciada pela reparação do dano no valor de R$ 4 mil.
Segundo o relatório, a acusada, em julho de 2015, foi contratada para prestar serviços advocatícios a um agente de saúde, recebendo R$ 2 mil, e não realizando a obrigação para a qual foi contratada. Meses após o contrato, sem ter ingressado com qualquer ação judicial, a advogada solicitou mais R$ 2 mil, com o pretexto de agilizar seu processo de gratificação para servidores. 

Após a instrução processual, o juiz verificou que, em relação ao crime de estelionato, a advogada obteve vantagem monetária ilícita, mediante induzimento ao erro por fraude. Para o magistrado, Thiago Rabelo, a prova produzida pela acusação confirmou a conduta criminosa narrada na denúncia, descrevendo, minuciosamente, a ação da agente, que enganou a vítima, recebendo a quantia monetária sob o pretexto de realizar serviços advocatícios, que, jamais, foram prestados. 

Na ação, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) também denunciou a advogada pela prática do crime de exploração de prestígio, previsto no artigo 357, parágrafo único, do Código Penal. Desta acusação, a ré foi absolvida. 

Em relação à autoria e materialidade da suposta prática do crime de exploração de prestígio, o juiz entendeu que as provas produzidas na instrução processual não demonstraram que a advogada praticou a conduta prevista no referido dispositivo. O magistrado justificou que é necessário que a prova seja certa para que haja a condenação. 

A decisão ocorreu nos autos da Ação Penal nº 0000557-32.2016.815.0131 ajuizada pelo Ministério Público estadual. Considerando as circunstâncias judiciais, o juiz fixou a pena base em privativa de liberdade em dois anos de reclusão e 80 dias-multa, que foi substituída por duas restritivas de direito com base no artigo 44, §2º, do Código Penal. Quer sejam, prestação de serviços à comunidade durante oito horas semanais à razão de uma hora de tarefa para um dia de condenação, e, interdição temporária de direitos, com a proibição de frequentar bares, casas de shows e estabelecimentos assemelhados, durante todos os dias da semana, sendo feriado ou não, pelo período da pena. 


Da Redação com G1 PB

Polícia prende suspeitos de falsificar documentos para conseguir empréstimos

Além das prisões, os policiais conseguiram apreender uma arma de fogo, cinco veículos, documentos, computadores, impressoras e dinheiro

Operação ocorreu em Campina Grande
Operação ocorreu em Campina Grande
Cinco pessoas foram presas nesta terça-feira (7) durante a ‘Operação Mística 3’, da Delegacia de Defraudações e Falsificações de Campina Grande contra suspeitos de falsificação de documentos para contrair empréstimos em nome de terceiros.


Além das prisões, os policiais conseguiram apreender uma arma de fogo, cinco veículos, documentos, computadores, impressoras e dinheiro.

Segundo a delegada Suelane Souto, a investigação contra os suspeitos foi iniciada há 15 meses, quando a polícia conseguiu prender três pessoas que já praticavam os crimes de falsificação de documentos para a realização de empréstimos em nome de terceiros.

“Constatamos que eram materiais roubados ou perdidos, que eram comprados pela quadrilha e utilizados para contratação de empréstimos bancários fraudulentos, não só em campina Grande, mas também em outras cidades como Esperança e Guarabira”, disse a delegada.

Todos os presos foram encaminhados à Central de Polícia Civil, no bairro do Catolé, onde permanecem à disposição da Justiça para audiência de custódia.

Da Redação com Correio

Assembleia aprova lei que proíbe o uso de algemas em apenadas em trabalho de parto

A autora da propositura explicou que o projeto busca humanizar o trabalho de parto, e que se assemelha a leis que já funcionam em outros estados do país


O projeto que proíbe algemas em apenadas em trabalho de parto é da deputado Estela Bezerra (Foto: O Sul)
Os deputados da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovaram, nesta terça-feira (07), o Projeto de Lei 1.438/2017, de autoria da deputada Estela Bezerra, que proíbe o uso de algemas em mulheres apenadas ou internas em trabalho de parto em estabelecimentos de saúde pública ou privada.

A autora da propositura explicou que o projeto busca humanizar o trabalho de parto, e que se assemelha a leis que já funcionam em outros estados do país. “A gente está discutindo a violência obstétrica, e um dos itens da humanização à assistência ao parto é você manter em condições seguras às mulheres. Você não encontra, a não ser que a mulher esteja com problema de transtorno, a necessidade de ter uma mulher algemada na hora do parto. Então, trata-se de uma legislação que em outros estados já funciona, e nós acreditamos que essa legislação contribui para a humanização da assistência ao parto”, defendeu.

Durante a Sessão Ordinária também foi aprovada o Projeto de Lei 1.364/2017, do deputado Renato Gadelha, que reserva 40% na contratação de artistas e grupos que representam a expressão cultural nordestina nos eventos realizados no Estado da Paraíba.
Para o autor do projeto é fundamental a conservação da cultura paraibana e a preservação dessa identidade através da valorização dos artistas da terra. “A música nordestina e paraibana tem grande valor histórico e é parte fundamental na formação da identidade do nosso povo. O presente projeto visa promover a valorização da cultura regional, atuando de modo a garantir a preservação das tradições históricas da nossa gente, ameaçadas pela mercantilizarão da indústria cultural”, afirmou.

Outro Projeto de Lei aprovado na reunião foi o 1.352/2017, de autoria da deputada Camila Toscano, que propõe a criação do Cadastro Estadual de Pedófilos. Segundo a autora da propositura, pessoas condenadas por pedofilia serão cadastradas para que não possam ser contratadas pelo Estado. “O intuito é que aqueles que foram condenados por pedofilia sejam cadastros para que se evite a contratação deles por parte do Estado. É um crime muito sério, que tem crescido muito, infelizmente, e essas pessoas merecem estar afastadas das nossas crianças, de trabalhar, por exemplo, na saúde ou na educação do nosso Estado”, declarou Camila Toscano. 

Da Redação com Click PB

Pastor e esposa são detidos em Cuité por roubo em residência

Casal foi liberado após audiência de custódia

O político ‘pastor Wagner’, que foi candidato a vereador em 2016 em Cuité, foi preso na manhã desta terça-feira (07) pela Polícia Civil por acusação de furto a residência na cidade.
Sob o comando do delegado Elias Rodrigues, policiais fizeram uma campana na frente da casa da vítima e prenderam em flagrante o pastor e sua esposa.
Segundo a política, a acusada trabalhava na casa da vítima e havia subtraído objetos e uma quantia em dinheiro, fato que teria sido comprovado por vídeo monitoramento.
Na hora do flagrante, o pastor teria adentrado a casa, pegado objetos e ia se evadir do local, quando recebeu voz de prisão dos policiais e que os conduziram à delegacia em Cuité.
Ainda segundo relatos, a esposa do “pastor” ostentava nas redes sociais roupas furtadas da vítima.

Da Redação com WSCom
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