sábado, 19 de fevereiro de 2011

Segundo ônibus é queimado na Região Centro-Sul , em Belo Horizonte

Segundo ônibus é queimado na Região Centro-Sul , em Belo Horizonte

Mais um ônibus foi queimado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, neste sábado (19), de acordo com a Polícia Militar (PM). O coletivo 9031, que faz a linha Nossa Senhora de Fátima/Centro, foi incendiado em frente ao número 1.230, na Avenida Nossa Senhora de Fátima.

Segundo a PM, o Corpo de Bombeiros foi chamado para apagar o fogo.

Segundo a polícia, durante uma patrulha no bairro, os militares encontraram cerca de 20 suspeitos com fardas do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e da PM. Na troca de tiros dois homens morreram, um deles menor de idade. Um policial também teria ficado ferido.

Um morador do bairro, que prefere não ser identificado, alega que os policiais mataram duas pessoas inocentes e depois plantaram as fardas para incriminá-las. “Eles não eram bandidos. Eram trabalhadores”, disse o morador.

De acordo com ele, a polícia, em vez de proteger a população do bairro Serra, faz o contrário. “Eles [os policiais] aterrorizam a comunidade. Agem brutalmente, chegam e colocam a metralhadora na cabeça dos moradores, sem pedir identificação”, contou.

Da Redação com Click PB

Fomos nós que fizemos a chuva

Cientistas finalmente mostraram que o aquecimento global é responsável pelas enchentes que têm assolado o mundo. O que fazer para evitar novas tragédias
Alexandre Mansur, Margarida Telles e Eliseu Barreira
Stéfano Martini
PRECAUÇÃO
O empresário Rodolfo Acri, de Nova Friburgo, em seu teleférico, atingido pelas chuvas de janeiro. Na reconstrução, ele está fazendo estruturas capazes de resistir a tempestades como aquela
O empresário Rodolfo Acri nunca imaginou que estivesse entrando em atividade de risco quando montou, ao longo dos últimos 17 anos, seu complexo turístico na cidade de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. Ele comprou o histórico teleférico da cidade, que opera desde 1974, e o ampliou para 1.500 metros de extensão (um dos maiores do Brasil). Ao lado do teleférico, abriu um hotel, um boliche e um parque de diversões. Na madrugada de 12 de janeiro, o complexo turístico de Acri foi atingido pelas chuvas que praticamente arrasaram a região. Parte do hotel e do boliche desabou. A água derrubou a base do teleférico e destruiu a casa das máquinas. Acri estima o prejuízo em R$ 5 milhões. “Nunca houve uma enchente tão grande quanto esta”, diz. O empresário espera que o BNDES libere metade do valor para começar a reconstruir as atrações e empregar novamente seus 50 funcionários. “Mesmo que eu não consiga a ajuda financeira, vou reconstruir tudo. Não quero ser vencido pela chuva.” Acri já tem um novo projeto para o teleférico, que terá a base elevada a 1,5 metro do solo, altura que as águas alcançaram em janeiro. Esse cuidado será o suficiente?
Segundo os cientistas, talvez não. Olhar os recordes do passado não nos ajudará a nos preparar. O conjunto de gases de efeito estufa que a atividade humana está lançando na atmosfera está mudando o clima. Entre as consequências esperadas estão o aumento da frequência e a intensidade das tempestades. Na semana passada, duas pesquisas independentes mostraram, pela primeira vez, que isso já começou a acontecer em larga escala. Os estudos, publicados pela revista científica britânica Nature, devem reduzir a cautela dos cientistas em associar as tragédias recentes ao aquecimento global. E têm um efeito imediato: quem planeja construir ou reformar o que foi atingido pelas chuvas precisa considerar que as próximas tempestades poderão ser ainda mais destrutivas e mais frequentes.
Os pesquisadores, das universidades de Edimburgo, no Reino Unido, e de Victoria, no Canadá, analisaram os recordes anuais de chuvas de 6 mil estações meteorológicas da América do Norte, Europa e Ásia durante o período de 1951 a 1999. Depois, usando dezenas de modelos diferentes de simulação do clima no computador, compararam como teria sido o comportamento da atmosfera em cada um desses lugares sem os gases de efeito estufa lançados por nós. A conclusão é que o aquecimento global gerado pela humanidade intensificou dois terços dos recordes anuais de chuva registrados pelas estações. A pesquisa não mediu qual foi o tamanho da contribuição humana para as chuvas recordes. A influência foi ainda pequena nessas cinco décadas, quando os gases começaram a se acumular na atmosfera. As maiores consequências são esperadas a partir da próxima década. Outro grupo de pesquisa, liderado por pesquisadores da Universidade de Oxford, se concentrou em um evento específico: as chuvas causaram no Reino Unido, no ano 2000, as piores enchentes desde que as medições começaram, em 1766. Segundo várias comparações com modelos de computador capazes de prever o clima para um local preciso, os cientistas concluíram que o aquecimento global aumentou entre 20% e 90% a chance de haver enchente.

Essas descobertas têm consequências imediatas. Até certo ponto chuvas fortes fazem parte da rotina. No verão, as cidades brasileiras convivem com os transtornos de tempestades, como a que fez um lago transbordar em São Paulo na semana passada. O que vem acontecendo nos últimos anos é diferente. Trata-se de uma onda inédita de grandes catástrofes, que seriam esperadas uma vez a cada século. No início deste ano, uma chuva recorde nas cidades de Friburgo, Petrópolis e Teresópolis (na região serrana do Estado do Rio de Janeiro) deixou quase 1.000 mortos, entre soterrados e afogados. Antes disso, houve as chuvas do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, em 2008, as enchentes e os deslizamentos que mataram quase 300 pessoas no início de 2010, no Estado do Rio, e a devastação de São Luiz do Paraitinga, em São Paulo. Ainda em 2010, Alagoas e Pernambuco tiveram cidades arrasadas pelas chuvas. No resto do mundo, a tendência foi semelhante. A maior enchente da história do mundo matou em julho mais de 1.700 pessoas no Paquistão e mais de 3 mil na China – a destruição de plantações afetou mais de 30 milhões de pessoas. Em janeiro de 2011, as chuvas na Austrália alagaram uma área maior do que a França e a Alemanha juntas. Segundo a ONU, 2010 foi um dos piores anos da história em catástrofes naturais.
As tragédias e as previsões de mais alterações causadas pelo aquecimento global trazem um alerta para quem vai construir ou reformar pontes, ruas, prédios ou mesmo uma casinha na montanha. Os engenheiros costumam olhar para o histórico de chuvas da região e planejam sua obra para resistir ao pior evento que pode acontecer naquele lugar. É a chamada “chuva do século”, que cai uma vez a cada 100 ou 500 anos. Essa precaução não é mais o bastante. “O grande pressuposto é que o clima no futuro, ao longo da vida útil daquela estrutura, será o mesmo que o do passado”, disse a ÉPOCA Zuebin Zhang, um dos autores do estudo canadense. “Isso não vale mais. Os engenheiros vão precisar considerar as mudanças climáticas de agora em diante.”
Quanto vão aumentar as chuvas? Os cientistas não sabem. Os modelos climáticos revelam que, para cada grau de aquecimento da Terra, a umidade da atmosfera aumenta de 6% a 7%. Isso poderia levar a chuvas até 30% mais fortes daqui a 90 anos, segundo os cenários de mudanças climáticas mais considerados pelos cientistas. Alguns países e empresas já começaram a levar isso em conta. Há dois anos, a prefeitura de Londres começou obras para aumentar a altura das barragens que protegem a cidade das enchentes do Tâmisa.
Gráfico: Gerson Mora

No Brasil, as projeções do clima mostram que até 2050 as regiões Sul e Sudeste terão um aumento entre 10% e 30% na frequência e intensidade das chuvas. Elas serão, porém, irregulares. “O aquecimento global vai afetar o ciclo hidrológico e acelerar o processo de precipitação”, afirma José Marengo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Isso quer dizer que os 100 milímetros de chuva previstos para cair durante todo o mês numa determinada região podem cair em apenas dois dias.” Serão, portanto, chuvas muito mais fortes. Nas regiões Norte e Nordeste, o volume de chuvas pode reduzir drasticamente. “As áreas quentes do Oceano Atlântico, responsáveis pela formação de nuvens que trazem umidade para o Nordeste, mudarão de posição.”
Isso significa que obras projetadas para aguentar o grande evento climático dos séculos passados estarão expostas com frequência aos riscos de enchentes, inundações e deslizamentos de terra no futuro. Segundo um estudo do ano passado feito pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe e pelo Núcleo de População da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mais de 20% da região metropolitana da cidade de São Paulo estará sujeita a inundações ou desabamentos, caso não ocorra uma mudança no padrão de uso e ocupação do solo. “O aquecimento global exige uma mudança na percepção do risco climático”, afirma Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe, o Departamento de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na semana passada, ele entregou à presidenta Dilma Rousseff um documento com sugestões para engenharia e planejamento na região serrana do Rio. Entre as medidas estão o mapeamento de áreas vulneráveis, sistemas de previsão e alerta, obras de proteção de encostas e educação ambiental para que a população aprenda a agir em situações de emergência.
Um passo inicial é a criação do Sistema Nacional de Prevenção e Alerta de Desastres Naturais, do Ministério de Ciência e Tecnologia. A operação é coordenada por Carlos Nobre, do Inpe, um dos principais cientistas do clima no Brasil. O sistema juntará dados de áreas de risco de deslizamento com as previsões e observações de chuvas de radares meteorológicos. Seu cérebro será o supercomputador Tupã, que custou R$ 50 milhões e entrou em funcionamento em 28 dezembro. O sistema deverá estar todo pronto em quatro anos, mas já no próximo verão haverá dados das áreas mais críticas.
“A intenção é que o sistema identifique o risco de um desastre com no mínimo 24 horas de antecedência”, diz Nobre. “Poderemos lançar alertas de desastre iminente entre duas e seis horas antes, com a ajuda da Defesa Civil.” Humberto Viana, secretário nacional de Defesa Civil, diz que a entidade está trabalhando para criar uma aproximação mais intensa com Estados e municípios. “Hoje a comunicação é muito formal. Não podemos ficar isolados. Isso precisa mudar”, diz. Estão previstas também ações educativas nas comunidades, remoção de moradias em áreas de risco e aumento da fiscalização para que não ocorram ocupações irregulares.
Mas isso é só um passo. Também será preciso transformar o que está construído e mudar as regras para novas edificações. A mineradora Vale, que teve problemas recentes com inundação de ferrovias, está readaptando terminais de carga, pontes e armazéns, prevendo um aumento de 30% na chuva. Após as chuvas de janeiro, a prefeitura de Teresópolis, no Rio de Janeiro, optou por mudar de lugar todo o bairro de Campo Grande, praticamente destruído. “Grande parte do bairro virou área de risco”, afirma Flávio Castro, secretário do Meio Ambiente e Defesa Civil do município. “Mesmo que as chuvas aumentem, os antigos moradores de lá estarão em um lugar mais seguro.” Os terrenos para a construção das moradias, no entanto, ainda não foram definidos.
Os estudos divulgados na semana passada deixam pouca dúvida: a frequência de chuvas extraordinárias deve aumentar. Cabe a nós – governos e cidadãos – estarmos mais preparados. E apressar as ações para reduzir as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global, para evitar que as tragédias climáticas ameacem a civilização que nossos filhos vão herdar.

   Reprodução
Da Redação com Revista Epóca

Aeroclube envia nota explica negociações com a PMJP e resistência para ficar no Bessa

Aeroclube envia nota explica negociações com a PMJP e resistência para ficar no Bessa 
Em nota enviada a imprensa, na tarde deste sábado, a direção do Aeroclube de João Pessoa, esclareceu a tentativa de desapropriação da área por parte da Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Na nota, a direção explica a resistência para continuar no Bessa

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O AEROCLUBE DA PARAÍBA, associação civil de utilidade pública federal, SEM FINS LUCRATIVOS, reconhecida pelo Decreto-Lei 205/67 e pelo Código Brasileiro de Aeronáutica, com funcionamento de serviço público federal autorizado pela União e fiscalização permanente da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, cujos objetivos principais são o ensino e a prática da aviação civil, formador de pilotos para reserva da força aérea brasileira e para aviação civil brasileira, em respeito à população paraibana, diante das notícias veiculadas na imprensa em geral e na internet, visando esclarecer a população de João Pessoa, aos paraibanos em geral e as autoridades constituídas, trazendo de maneira transparente e objetiva a verdade aos fatos, esclarece que:

1- No último dia 10/02, o AEROCLUBE DA PARAÍBA ajuizou Ação Ordinária junto a Justiça Federal, visando a confirmação da nulidade do decreto de autoria do Município de João Pessoa, que determinou a desapropriação de uma área de utilidade pública federal, equiparada, por força da legislação, a um bem público federal, correspondente ao local onde se encontra o aeródromo do Aeroclube e seus respectivos equipamentos afetados àquele serviço de utilidade pública federal.

2 – A iniciativa judicial somente foi consumada após o AEROCLUBE DA PARAÍBA aguardar mais de 30 dias por uma proposta mais concreta, justa e realista com o mercado imobiliária, embora sempre deixou bem claro aos representantes do Município que entendia como inconstitucional e ilegal o referido decreto de desapropriação.

3 – A proposta ofertada pela Prefeitura, efetivada em 13/01, foi da seguinte forma: Além de não pagar nada pela área, a Prefeitura “liberaria” ao AEROCLUBE 25% da área que é proprietário para que, com o produto da venda desses 25%, pudesse adquirir uma nova área e edificar um novo aeródromo. Além disso, o Município exigia que o comprador da área correspondente aos 25% ainda teria que arcar com a obrigação de construir um pequeno parque nos outros 25% do terreno e um bosque nos 50% restante.

4 – Depois de ajuizada a ação de nulidade na Justiça Federal foi que o Município de João Pessoa propôs a ação de desapropriação, cujo teor ainda o AEROCLUBE não tem conhecimento. Ocorre que há informações que o Município deseja pagar apenas R$ 1,84 por metro quadrado pelos 75% do terreno no qual funciona o AEROCLUBE e o seu respectivo AERÓDROMO.

5 – Trata-se de valores muito inferiores ao que foram pagos por metro quadrado na desapropriação do terreno da Estação Ciência e na Fazenda Cuiá, ainda mais quando se sabe que a área do AEROCLUBE está localizada em uma das localidades mais valorizadas da cidade. Talvez o Ministério Público Federal e o Estadual poderão melhor compreender a discrepância de valores.

6 – Em 2008, o AEROCLUBE ofereceu a mesma área que hoje a prefeitura deseja instalar parte do parque, para que, em parceria com o a Prefeitura, disponibilizássemos espaços para utilização por parte da população do bairro “Aeroclube”, antigo bairro do Bessa e a construção de uma pista de caminhada e instalação de equipamentos comunitários, sem custos de desapropriação para o Município e sem prejuízo da continuidade das atividades de serviço público federal do AEROCLUBE e seu respectivo AERODROMO; Mas a Prefeitura se deu por silente, talvez porque tenha interesses imobiliários mais rentáveis por detrás de tudo isto.

10- Por fim, além da expropriação ilegal e inconstitucional questionada na ação judicial, o AEROCLUBE alerta a população de João Pessoa para os perigos de uma imissão de posse, pois o aeródromo SNJO (Aeroclube da Paraíba) consta de todas as cartas aeronáuticas, sistemas de vôo das aeronaves e todos os GPS do mundo. A paralisação abrupta de nossa pista de pouso poderia causar acidentes aéreos e uma desorganização no espaço aéreo paraibano, pois se trata de alternativa de pouso do Aeroporto Castro Pinto e único posto de combustível AVGAS do Estado da Paraíba, fazendo paralisar as atividades a aviação de pequeno e médio porte.

11 – O AEROCLUBE da Paraíba acredita no Poder Judiciário e no seu senso de equilíbrio e justiça. Foi-se o tempo em que o Poder Público tudo podia, invadindo a vida e a propriedade das pessoas físicas e jurídicas sem qualquer respeito aos seus direitos. No caso do AEROCLUBE DA PARAÍBA o ato da Prefeitura de João Pessoa é, além de inconstitucional e ilegal, uma forma absurda de se invadir uma competência legislativa e administrativa que é da responsabilidade da UNIÃO e da ANAC, porquanto somente esses órgãos federais poderiam realizar a desafetação ou desapropriação um serviço de utilidade pública federal, equiparado a bem público federal.

12 – Se a “moda pega”, daqui a pouco todo o sistema aéreo nacional ficará a mercê de Prefeitos Municipais que, no afã de “fazer graça” e de “agradar” o mercado imobiliário, vão começar a desapropriar todos os aeroportos e aeródromos existentes nas médias e pequenas cidades.

13 - Será que a população de João Pessoa conhece os verdadeiros interessados na instalação desse parque municipal? Será que a população de João Pessoa sabe quem são os proprietários dos terrenos vizinhos ao AEROCLUBE? Será que a população de João Pessoa tem consciência de quem será beneficiado financeiramente com a valorização dos imóveis no entorno da área desapropriada?

14- Não se pode, assim, deixar que este precedente se concretize. Por Justiça e espírito público.

João Pessoa, 19 de fevereiro de 2011.


Da Redação com Aero Clube da Paraíba

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Horário brasileiro de verão termina neste sábado

Medida vigora em dez estados e no Distrito Federal desde outubro de 2010.
À meia-noite de sábado para domingo relógios devem ser atrasados em 1 hora.

Nathália Duarte Do G1, em São Paulo
Relógios devem ser atrasados em uma hora à meia-noite deste sábado (19) para domingo (20) (Foto: Glauco Araújo/G1)Relógios devem ser atrasados em uma hora à
meia-noite deste sábado (19) para domingo (20)
(Foto: Glauco Araújo/G1)
O horário brasileiro de verão, em vigor desde 17 de outubro de 2010, termina à meia-noite deste sábado (19) para domingo (20). Relógios de moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser atrasados em uma hora. O horário de verão é adotado em dez estados do país e no Distrito Federal.
A medida, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), visa reduzir a demanda por energia elétrica em horários de pico por meio do aproveitamento da luz solar. Por isso, o período escolhido para o horário de verão no Brasil, assim como em outros países no hemisfério sul, é o segundo semestre, entre a primavera e o verão, quando os dias são mais longos.
"O horário de verão é adotado entre a primavera e o verão, quando os dias são mais longos. Sua função é levar a um maior aproveitamento da luz solar, com menor necessidade de uso de iluminação artificial", diz Claude Cohen, professora do Departamento de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora colaboradora do Programa de Planejamento Energético (PPE), do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Aderiram à mudança de horário, ainda segundo o MME, os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Desde 2008, a mudança no horário ocorre sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro.
De acordo com dados divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), resultados preliminares da edição 2010/2011 do horário de verão apontam para uma redução de 4,4% da demanda no horário de pico em relação à demanda máxima, o que representa uma redução de 2.376 megawatts.
Termina o horário de verão (Foto: Arte/G1) 
Da Redação com G1

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Toinho do Sopão sai em defesa de Ricardo: “Deixem o Mago trabalhar”

 
O deputado mais votado para a Assembleia Legislativa, Toinho do Sopão (PTN), saiu em defesa do governador Ricardo Coutinho (PSB) ,nesta quarta-feira (16), durante sessão na Assembleia Legislativa.

Durante audiência pública onde os secretários da área financeira do Estado foram sabatinados pelos deputados, o deputado cobrou que os parlamentares deixassem "o Mago trabalhar", mesmo bordão utilizado pelos aliados do socialista na época em que ele foi prefeito de João Pessoa. Toinho lamentou pela demissão dos prestadores de serviço e pelo não pagamento de reajuste salarial ao profissionais da segurança pública, mas, segundo ele, o Governo está apenas nos seus 40 dias.

"O governador está ai pelo voto do povo. Se vocês deram a carta branca a ele, deixem o homem trabalhar, deixem o Mago trabalhar", conclamou o deputado. Toinho disse que o Governo não pode viver apenas pela mão de obra, pois cada secretaria tem custos, e quando se tira de um lugar é claro que vai faltar em outro, mas que é preciso deixar o Governo "respirar".

MaisPB

Recém-nascido é jogado de ponte de quatro metros e sobrevive


Os moradores do bairro de Jardim Alzira, em Queimados, acordaram assustados e chocados com a atitude de uma mãe. Por volta de 8h de ontem, um recém-nascido foi jogado de cima de uma ponte da Rua Olicindo Cardoso, de quatro metros aproximadamente, caiu dentro de um valão e por pouco não morreu afogado. Ele foi salvo pelo casal Nazaré Ferreira e José Souza que teria ouvido o choro do bebê. A criança foi resgatada por eles e por um policial militar do batalhão de Queimados (24ºBPM), que o enrolou numa toalha e o levou para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas) do município.  




















A criança foi medicada e encaminhada para a Casa de Saúde Bom Pastor, naquela região. O bebê só foi retirado do rio com vida porque seu cordão umbilical ficou preso num galho do valão. Ele teve apenas um pequeno ferimento numa das pernas, mas sem gravidade. Na casa de saúde, o bebê, que pesa 2.610 quilos e mede 50 centímetros, ganhou um nome dos médicos e enfermeiros do hospital: Vitor Lucas.
“Escolhemos Vitor, pois lembra a palavra “vitória” e Lucas porque é um nome bonito. Graças a Deus é uma criança saudável. O cordão do bebê agarrou num galho e isso evitou que ele se afogasse, sendo arrastado pela correnteza. Ela ficará aqui até ser levada para um abrigo. O pequeno Vitor engoliu um pouco d’água do rio, mas está se recuperando. O casal que o encontrou já está querendo adotá-lo. Eles tem duas filhas, mas sempre sonharam em ter um menino. Estamos felizes em vê-lo com saúde”, afirmou o administrador da Casa de Saúde Bom Pastor, André Rosa Silva.


Quem viu o menino ser retirado do rio se emocionou e disse que as cenas jamais serão apagadas de suas memórias. “Não tem como esquecer disso. Um vizinho entrou no rio e colocou o bebê nos braços do PM, que o levou para a UPA 24 Horas. Quando a criança foi retirada da água ela não chorou. O bebê não se afogou por sorte”, comentou o barbeiro Adelino Silva da Graça, de 65 anos.


De acordo com informações de populares, a mãe teria parido a criança próximo do local do crime. “A calçada e a beirada da ponte está com várias manchas de sangue, assim como alguns trechos de ruas próximas daqui. Essa “monstra” deve ter tido um parto normal e abandonado o menino. Tenho duas filhas e sofri em saber que um recém-nascido foi jogado num rio. É um pecado e uma tremenda maldade”, disse a diarista Jane da Silva. O caso será investigado pelos policiais da 55ªDP (Queimados). 


Da Redação com Jornal Hoje
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