quarta-feira, 27 de março de 2013

Após dobradinha vitoriosa na PB, Cássio é escolhido para negociar aliança nacional

Após dobradinha vitoriosa na PB, Cássio é escolhido para negociar aliança nacional 
Após dobradinha vitoriosa entre PSDB e PSB na PB, Cássio agora é escolhido para negociar aliança em nível nacional


Que o governador de Pernambuco Eduardo Campus (PSC), é candidato a Presidente da República em 2014 todos sabem. O rompimento do socialista com a presidente Dilma Rousseff (PT), é questão de dias. Só que a candidatura de Eduardo pode está sendo fortalecida por uma ala tucana.


Prova disso é que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) está defendendo a aliança, em âmbito nacional, entre o governador de Pernambuco, e o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) nas eleições presidenciais de 2014.


Em entrevista a uma emissora de Campina Grande, Cássio pontuou que essa composição não seria feita inicialmente logo no primeiro turno, mas em um possível segundo turno. Cássio salientou que essa é a possibilidade, visto que o cenário atual conta com quatro possíveis candidatos a presidentes: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (sem partido), Eduardo Campos e Aécio Neves.


“ Os dois devem conversar. A candidatura de Aécio mexe com um importante colégio eleitoral, Minas Gerais, onde o PT sempre ganhou nas últimas eleições, mas a tendência é que Aécio ganhe em Minas. A candidatura de Eduardo Campos mexe muito com o Nordeste, onde o PT e Dilma sempre tiveram bases sólidas, apesar de todas essa pesquisas recentes apontando o elevado índice de aprovação da presidenta. Tenho certeza que ela não terá a mesma densidade eleitoral se esse descaso e abandono com o Nordeste continuar - pontuou Cunha Lima.



Na noite da última segunda-feira, Aécio Neves obteve a aprovação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para ser o candidato único à presidência do PSDB, etapa importante, segundo aliados do político mineiro, para consolidar sua candidatura ao Planalto, no ano que vem. A declaração de apoio ocorreu em um evento do diretório estadual do PSDB na capital paulista, do qual participaram os principais nomes do partido no país (com exceção do ex-governador José Serra), numa tentativa de mostrar unidade na legenda visivelmente dividida.



Mário Luiz (Carioca) com PB Agora

Bandidos invadem granja de policial civil morto a tiros em Bayeux

O policial Sérgio de Souza Azevedo foi assassinado com vários tiros em frente a uma churrascaria, no bairro Rio do Meio, em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa

Homicídio em Bayeux 
Homicídio em Bayeux
Policiais da 2ª Companhia de Bayeux confirmaram estão à procura dos acusados de invadir a granja que pertencia ao policial civil, Sérgio Azevedo, que foi morto nesta segunda-feira (25). A invasão ocorreu na madrugada desta quarta-feira (27), no bairro Rio do Meio.
De acordo com o major Carlos Magno, comandante da 2ª CIA, os criminosos aproveitaram que a casa estava vazia e invadiram a residência que fica dentro de uma granja.
“Acreditamos que o crime foi uma represália ao policial. Eles aproveitaram a situação e invadiram o imóvel. Estamos ainda fazendo uma vistoria no local pra saber com detalhes o que foi levado da casa”, disse o major.
O policial Sérgio de Souza Azevedo foi assassinado com vários tiros em frente a uma churrascaria, no bairro Rio do Meio, em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. A vítima era apontada pelo deputado Luiz Couto de fazer parte do grupo de extermínio.

Segundo a Polícia Militar, Sérgio estava sentado em sua motocicleta quando foi atingido por tiros calibre .40 e 380. A vítima trabalhava na 4ª Delegacia Distrital e também como segurança da churrascaria.
 Granja invadida
Mário Luiz (Carioca) com  190 PB

Governador diz que não cumprirá decisão do TCE para demitir 9.000 servidores “CPFs”

RC diz que não cumprirá decisão do TCE para demitir 9.000 servidores “CPFs”
O governador Ricardo Coutinho afirmou na manhã de hoje durante assinatura do “Bolsa Atleta” que não vai cumprir a decisão do TCE que julgou esta semana como irregulares as contratações de 9.460 servidores na Secretaria de Saúde do Estado. De acordo com a decisão, o governo terá um prazo de 120 dias para fazer a demissão de todos eles.

Para o governador, o Estado vai recorrer da decisão para evitar a paralisação dos serviços, já que não há tempo hábil para realização de concurso público. Ricardo disse que sua gestão de dois anos e três meses foi a que mais contratou concursados e lembrou esse problema vem se arrastando há mais de vinte anos.

As irregularidades apontadas pela auditoria do TCE envolvem as contratações de 1.923 prestadores de serviço e 7.537 servidores 'codificados', que são servidores sem nenhum vínculo com o Estado e que recebem seus salários mediante a apresentação do número do CPF.

Os auditores realizaram uma inspeção especial para verificação do quadro de pessoal nos hospitais vinculados à Secretaria de Saúde. O resultado da inspeção foi analisado ontem pelos membros da Segunda Câmara. O processo teve como relator o conselheiro André Carlo Torres Pontes, que em seu voto determinou a aplicação de multa de R$ 6 mil ao secretário da Saúde, Waldson Dias de Souza e de R$ 4 mil para a secretária de Administração, Livânia Farias.

Mário Luiz (Carioca) com Click PB

Com fardas do Exército, bandidos explodem caixa eletrônico e fogem atirando contra polícia

A Polícia Militar de outras cidades foi acionada e diligências foram feitas no litoral, mas ninguém foi identificado.

Policiais recolhem os grampos
Reprodução/ Bayeux em Foco
Policiais recolhem os grampos
Policiais recolhem os grampos
Cerca de dez homens vestidos com uniformes do Exército Brasileiro explodiram um caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal (CEF), localizado em um anexo da Prefeitura Municipal de Lucena, Litoral Norte paraibano. Sede do governo local não foi danificada, conforme informou a Polícia Militar.
De acordo com o 7º BPM, por volta das 2h30, os criminosos chegaram em um camioneta Hilux e motos, montaram os explosivos e detonaram o terminal eletrônico. Um vizinho da prefeitura ouviu o barulho e acionou a polícia do destacamento local.
“Quando os policiais chegaram ao local ainda encontraram a quadrilha já se organizando para ir embora. Eles viram os policiais e efetuaram tiros de fuzil e metralhadora”, disse um policial do CPU do 7º BPM.
Prefeitura


Ainda de acordo com o batalhão, os assaltantes jogaram grampos na rodovia para evitar perseguição policial. A Polícia Militar de outras cidades foi acionada e diligências foram feitas no litoral, mas ninguém foi identificado.

Mário Luiz (Carioca) com Correio

Telexfree: Entenda o caso

Fazenda e MPF enxergam evidência de 'pirâmide financeira'.
MPF diz que acompanha investigação de MPs estaduais.

 Recrutamento. Site usa imagens de celebridades para convencer pessoas comuns a investir

Os Ministérios Públicos de pelo menos sete estados investigam a empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, por suspeita de prática de pirâmide financeira, com "investimentos" estimulados por meio de um sistema chamado de "marketing multinível".
Entenda a suposta fraude
O que é a Telexfree?
A empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, com sede no Brasil no Espírito Santo, diz atuar com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet)

Divulgação do produto
Para tornar o serviço conhecido, a empresa vende pacotes a "divulgadores", que compram e revendem contas e "recrutam" novos revendedores. A divulgação é feita principalmente pela internet.

Compra de direito
Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289. Ele convence outras pessoas a participarem, que também investem dinheiro, e proporcionam comissão a quem convidou

'Pirâmide Financeira'
Avaliações do MPF e do Ministério da fazenda apontam que a atividade comercial da empresa não é sustentável no longo prazo e evidencia prática conhecida como "pirâmide financeira", o que é considerado crime contra a economia popular

Investigações
O caso é investigado pelos MPs de ao menos 7 estados (Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco e Santa Catarina)
Segundo as investigações, a empresa teria montado um esquema de pirâmide, em que cada novo membro compra um "pacote" que remunera os membros acima na cadeia. Esse novo membro, por sua vez, ganha dinheiro recrutando outras pessoas para o sistema. (Veja no quadro ao lado como isso funciona.)
De acordo com o advogado da empresa, Horst Fuchs, a Telexfree atua com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). Cada conta custa US$ 49,90 (cerca de R$ 100) e permite o uso ilimitado por um mês.
Para divulgar o produto, a empresa adotou um sistema de venda direta remunerada, explica Fuchs. Para se tornar um “divulgador”, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão de US$ 50 (cerca de R$ 100). Com isso, ele pode comprar pacotes de contas com desconto. Um pacote com 10 contas custa US$ 289 (quase R$ 600) e um com 50 contas custa US$ 1.375 (cerca de R$ 2,8 mil).
Os valores são estabelecidos em dólares porque a prestadora de serviços, a Telexfree, fica nos Estados Unidos. No Brasil, a Ympactus faz a gestão administrativa, esclarece o advogado. A remuneração aos divulgadores, contudo, é depositada na conta bancária de cada um em reais, explica.
Para “lucrar”, o divulgador precisa vender essas contas aos usuários interessados e estimular que eles também se tornem revendedores, em um sistema chamado de “marketing multinível.” A divulgação é feita principalmente pela internet.
“Essa pessoa pode revender essas contas, cada uma delas a R$ 100. Ela já ganharia quase R$ 500, já tem uma receita”. Além do ganho com as vendas, cada divulgador recebe 2% de comissão das vendas de outros divulgadores indicados por ele em até cinco “níveis” (a pessoa que vende proporciona 2% de comissão para os cinco divulgadores que estão acima dela na rede). Essa comissão, de acordo com Fuchs , é paga pela empresa.
“É multinível porque eu remunero até cinco para cima. Isso é para incentivar formar um grupo coeso, com todo mundo anunciando, divulgando e consumindo”, explica Fuchs.
De acordo com o advogado, os divulgadores têm um ano para revender os pacotes e, caso isso não aconteça, o contrato expira. Se o divulgador tiver interesse, ele pode adquirir novos pacotes e revender novamente.
O que dizem os órgãos públicos
Análise da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão (Consumidor e Ordem Econômica) do Ministério Público Federal (MPF), no entanto, apontou que a prática comercial da empresa não é sustentável no longo prazo e evidencia ser uma pirâmide financeira. Segundo a análise, o caso tem similaridade com casos de “compra premiada”, no qual se considerou existir pirâmide financeira, uma atividade irregular.
Na pirâmide financeira, o divulgador faz um pagamento para se associar ao sistema, e tem a promessa de recompensa vinda do recrutamento de outras pessoas – que, por sua vez, deverão recrutar outras. No final, o dinheiro percorre a pirâmide, e apenas os indivíduos que estão na ponta do negócio – o idealizador e poucos investidores – ganham. As pessoas que estão na base do esquema assinam o plano, mas não são capazes de recrutar seguidores.

A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda também apontou que o modelo de negócios da Telexfree sugere um esquema de "pirâmide financeira" – o que é crime contra a economia popular.
"A oferta de ganhos altos e rápidos proporcionados principalmente pelo recrutamento de novos entrantes para a rede, o pagamento de comissões excessivas, acima das receitas advindas de vendas de bens reais e a não sustentabilidade do modelo de negócio desenvolvido pela organização sugerem um esquema de pirâmide financeira, o que é crime contra a economia popular, tipificado no inciso IX, art. 2º, da Lei 1.521/51", informou a Seae.
A Seae também informou que não foi comprovada a parceria entre a Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, e operadoras de telefonia móvel ou fixa – o que seria necessário para garantir a prestação do serviço de VoIP (voice over IP), conforme ofertado pela empresa.
Com base nas informações prestadas pela empresa, a Seae informou concluir que estão presentes "indícios" de duas possíveis irregularidades na relação comercial entre a Telexfree e os divulgadores membros da rede da organização. São elas: o estímulo à economia informal e a exigência de exercício de duas atividades laborais (como divulgador e como comerciante) para o recebimento de apenas uma.
A Seae informou ainda que a descrição das atividades econômicas principal e secundária da empresa não a autorizam a praticar atividades de comércio. Por fim, informou que encaminhará suas conclusões ao Departamento de Polícia Federal e à 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, para que estes órgãos, caso entendam necessário, "promovam as devidas investigações sobre o caso".
Telexfree se defende
A Telexfree, que no Brasil tem sede no Espírito Santo, nega qualquer ocorrência de fraude.
Ao G1, Fuchs disse que "a venda de pacotes de telefonia VoIP conta com a indicação de consumidores que são remunerados à exata medida de novos consumidores" e que "a recompensa é resultado da indicação e não da adesão". "O marketing multinível, quando remunera sobre o consumo e não sobre o valor das adesões, não configura, obviamente, uma pirâmide financeira", afirmou o defensor.
Fuchs disse entender que "a Telexfree não realiza vendas premiadas, pois todos os que indicam consumidores, e também estes, realizam a compra de contas VoIP, gerando bonificações aos que indicaram". Questionada pelo G1, a empresa não forneceu um e-mail ou telefone para reclamações (leia abaixo nota da empresa).
Ao G1, a Telexfree disse que não faz captação antecipada, não sendo, por isso, obrigada a ter autorização da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) para atuar. A empresa afirma ainda que "não pratica a venda de bens ou serviços, motivo pela qual não necessita obter autorização de atividades de comércio" e que a entrega das contas VoIP "é efetuada diretamente pela Telexfree dos Estados Unidos aos consumidores em qualquer lugar que se encontrem".
A empresa negou incentivo à economia informal, assinalando que informa à Receita Federal a renda das pessoas físicas. A Telexfree assinala ainda que que o divulgador, ao assinar o contrato, "está ciente dos termos da atuação e de quanto receberá por ela".
O que acontece agora
O Ministério Público Federal (MPF) afirmou que a competência para tratar do caso é estadual, mas disse que irá acompanhar o andamento das investigações em cada estado.
O MPF irá acionar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para verificar se o caso pode ser inserido em instrução que dispõe sobre o registro de distribuição pública de contratos de investimento coletivo – com isso, o MPF poderia entrar na investigação.
A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda, por sua vez, também informou que não tem competência para autorizar ou fiscalizar as atividades da Telexfree em território nacional, mas que encaminhou conclusões sobre sua análise do caso tanto para o MPF quanto para a Polícia Federal, para que “caso entendam necessário, promovam as devidas investigações sobre o caso”.
No Acre, o MP instaurou um inquérito civil em janeiro, por meio da Promotoria de Defesa do Consumidor. Segundo a investigação, "as irregularidades nos anúncios postados indicam a formação de pirâmide, o que constitui risco eminente aos interesses econômicos dos investidores; além das cláusulas abusivas no contrato de adesão a que os anunciantes são submetidos". A apuração permanece em andamento, diz o MP.
Em Pernambuco, o MP começou a atuar após o Procon receber denúncias e a promotoria do Consumidor repassou o caso ao MPF, informou o órgão. No Espírito Santo, a apuração ocorre em conjunto entre o MP e a Polícia Civil.  A Delegacia de Defraudações e Falsificações (Defa) informou que já começou a ouvir depoimentos de funcionários da empresa e de divulgadores, que reclamam ter investido mais de R$ 3 mil e não tiveram o retorno prometido.
No Mato Grosso, a investigação do Ministério Público começou em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, após o Procon receber mais de 2 mil reclamações nos últimos três meses. No estado, até mesmo policiais civis e militares já teriam aderido. A apuração também está em andamento.
Na Bahia, o Ministério Público Estadual disse que iniciou investigações sobre o caso no dia 11 de março. Em Minas Gerais, o MPE confirmou que há uma investigação em curso sobre a empresa e o G1 aguarda detalhes sobre o caso.
O G1 pediu posição da PF, da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e da CVM, assim como do MP e do MPF de Santa Catarina.
Por meio de nota, a CVM disse que, inicialmente, cabe destacar que somente se encontram na esfera de atuação da CVM situações que envolvem  emissão, distribuição, negociação ou  intermediação de valores mobiliários.
"No caso específico, todavia, os elementos colhidos até o momento pela CVM, a partir das demandas recebidas do público pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) e de informações prestadas por outros órgãos públicos, não indicam que a referida atividade esteja sendo realizada no âmbito da competência que a lei conferiu a esta Comissão, pelo que estaria fora do escopo de sua atuação. Esta conclusão inicial diz respeito apenas à possibilidade legal de atuação da CVM e não quanto à legalidade ou à regularidade de qualquer oferta."
Também por meio de nota, a Senacon/MJ informou que recebeu em janeiro de 2013 denúncias relativas à suposta captação de poupança popular por parte da empresa por meio dos Procons Estaduais do Acre e de Pernambuco, do Ministério Público Estadual do Acre e do Mato Grosso.

"Foi expedido Ofício Circular 352/2013 aos Procons estaduais e municipais solicitando encaminhamento de procedimentos em curso sobre a Telex Free, assim como a divulgação, nos sites dos órgãos, do 2º Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/DPDC."
Orientações aos investidores
O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça e a CVM divulgaram um boletim dando dicas para o consumidor não cair em fraudes. Estar bem informado é o primeiro passo para escapar dos investimentos irregulares.
O documento orienta a proteger a informações, como as senhas, e desconfiar de promessas de retornos elevados com baixo risco. Em caso de irregularidades, o consumidor deve procurar o Procon do seu Estado ou apresentar uma denúncia pela internet no site da CVM através do "Serviço de Atendimento ao Cidadão" na parte "Fale com a CVM".
Veja abaixa a íntegra da nota enviada pela empresa ao G1:
"Esclarece a Ympactus Comercial Ltda, em razão da nota de esclarecimento sobre as atividades da Telexfree exarado pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda os seguinte pontos:
1. Confirmou-se que a Telexfree não faz captação antecipada e, por tal razão não está obrigada a obter a autorização daquela Secretaria;
2. A Telexfree não pratica a venda de bens ou serviços, motivo pela qual não necessita obter autorização de atividades de comércio; a entrega das contas VoIP é efetuada diretamente pela Telexfree dos Estados Unidos aos consumidores em qualquer lugar que se encontrem; em outros termos, é naquele paíse que ocorre a prestação de serviços VoIP.
3. Como a realização dos serviços é efetuada nos Estados Unidos a partir do acesso à internet, os usuários que adquirem as contas é que devem contratar, individualmente seu serviço de Internet; ademais, a contratação de carrier é efetuada também por que presta o serviço, isto é, pela Telexfree dos EUA
4. Não há incentivo de economia informal, uma vez que a renda que um divulgador obtém é informado diretamente à Secretaria da Receita Federal como sendo renda de pessoa física e assim é tributado, com retenção na fonte e devido recolhimento, de acordo com a tabela própria do Ministério da Fazenda; as atividades que o divulgador realiza voltam-se apenas para os pacotes que adquiriu e pretende revender, desta forma, ao aceitar os termos gerais do contrato, o divulgador está plenamente ciente de sua atuação e quanto receberá por ela.
5. Os valores das bonificações são na exata proporção dos serviços que o divulgador realiza, não podendo ser configurados como excessivos já que o regulamento geral estabelece os percentuais cujo valor já se encontra embutido no custo total das contas VoIP oferecidas".

Da Redação com G1
 

CRM verifica denuncia de que UTI do Clementino Fraga estaria sem médico

Hospital Clementino Fraga referência no tratamento de doenças infecto contagiosas

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba realiza neste momento uma inspeção no Hospital Clementino Fraga referência no tratamento de doenças infecto contagiosas, no Estado.
O CRM averigua uma denuncia de que Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estaria funcionando sem médicos.
Mais informações em instantes.

Mário Luiz (Carioca) com WSCOM Online
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