O nome do Vereador mais votado nas eleição de 2016, Malba de Jacumã, circula como alternativa para a disputa da prefeitura de Conde em 2020.
A hipótese surgiu no setor de construção civil, onde ele desfruta de grande prestígio, e aos poucos ganhou capilaridade em outros segmentos.
Filiado ao Solidariedade, o vereador demonstra capacidade de trabalho, experiência administrativa, articulação no meio empresarial e facilidade de comunicação.
A atuação dele como vereador lider de oposição na câmara de vereadores de Conde, tem chamado muita atenção.
O perfil chamou a atenção de empresários e grupos oposicionistas que articulam a formação de uma chapa para as eleições.
Malba reage com bom humor às especulações e diz que a definição de sua candidatura passa pela aprovação da base oposicionistas e do povo Condense.
Este ano,
a prefeitura gastou um montante na ordem de R$ 1,1 milhão com shows e
estrutura, de acordo com dados disponibilizados no Sagres.
A Prefeitura Municipal de Guarabira vai ter que
desembolsar mais de um milhão de Reais dos cofres públicos para arcar
com os gastos com shows e estrutura para a edição 2019 da Festa da Luz,
seguindo a lógica dos anos anteriores.
O prefeito Zenóbio Toscano (PSDB)
acabou de confirmar, na tarde desta quinta-feira (22), mais uma atração
para o evento, o cantor Aldair Playboy, depois de já ter anunciado nas
últimas semanas várias estrelas, como o ‘super cachê’ do forró
estilizado Wesley Safadão.
Além dele, já estão confirmados o forrozeiro Xand Avião, a sertaneja
Marília Mendonça, que também cobra muito bem pelos shows, e o ‘rei da
vaqueirama’ Mano Walter, que também tem um show considerado
valorizado.
Para se ter uma ideia, no São João de Arco Verde, no Sertão
de Pernambuco, este ano, Mano Walter recebeu R$ 130 mil.
A despesa com os cachês e estrutura da festa vai extrapolar o gasto
deste ano, que ultrapassou R$ 1,1 milhão, somente referente aos números
que constam no Sagres.
A Prefeitura de Guarabira ainda não divulgou quanto vão custar os
cachês dos artistas que estão sendo anunciados para a edição 2019 da
festa da padroeira, sem falar na infraestrutura, de palco, som, etc.
Os gastos com a Festa de Nossa Senhora da Luz que aconteceu neste ano
de 2018, entre 29 de janeiro e 01 de fevereiro, superaram a casa de R$
1,1 milhão com shows e estrutura, de acordo com dados disponibilizados
no sistema Sagres do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB).
Entre as atrações da edição 2018 estiveram o cantor Wesley
Safadão - já anunciado também para o ano que vem - , os cantores
Gusttavo Lima', Luan Santana, Márcia Filipe, Avine Vinny, Walkyria
Santos, Aduílio Mendes, entre outros. Somente Wesley Safadão, contratado
por meio da empresa Luan Promoções e Eventos Ltda, levou R$ 315 mil da
prefeitura. Já o cantor Gustavo Lima faturou um cachê de R$ 230 mil,
enquanto Luan Santana levou R$ 110 mil.
Quem também faturou alto com a festa foi a empresa responsável pela
sonorização, iluminação e outros itens para atender à estrutura da
festa. A Denise Moura do Nascimento ME recebeu R$ 243.400 da prefeitura.
Em 2017, estavam entre as principais atrações da festa Bruno e
Marrone, Amazan, Gabriel Diniz e Aviões do Forró. Realizada entre 28 de
janeiro e 01 de fevereiro daquele ano, a Festa de Nossa Senhora da Luz
custou pelo menos R$ 944,7 mil, conforme informado ao TCE. Somente a
dupla sertaneja Bruno e Marrone recebeu um cachê de R$ 220 mil no ano
passado, contratados pela prefeitura através da Wbm Produtora De Eventos
Ltda. Já Aviões do Forró custou R$ 170 mil ao povo guarabirense.
Com
base em dados do DPVat, acidentes de trânsito mataram pelo menos 696
pessoas em 2018, enquanto houve 904 homicídios, segundo a Secretaria de
Segurança.
Acidentes com motocicletas lideram número de mortes em acidentes de
trânsito em João Pessoa — Foto: Walter Paparazzo/G1/Arquivo
O número de mortes no trânsito chega a 76,9% do total de homicídios no estado em 2018. Conforme levantamento feito pelo G1
com base no número de indenizações do DPVat pagas por morte, de janeiro
a agosto, 696 pessoas tinham morrido em acidentes no estado. Foram
apenas 208 mortes a menos que os 904 homicídios registrados no mesmo
período na Paraíba.
Conforme levantamento dados da Seguradora Líder, operadora do benefício
federal do DPVat, o número de indenizações pagas por mortes no trânsito
na Paraíba caíram 12,7% em relação ao mesmo período de 2017, quando
foram registradas 798 pagamentos do benefício por ocasião de morte no
trânsito. O relatório apontou que a Paraíba apresentou a maior queda no
número de indenizações por morte no Nordeste.
Mortes violentas x mortes em acidentes de trânsito
Em agosto deste ano, número de mortos em acidentes superou homicídiosDPVat por invalidez na Paraíba. De janeiro a setembro de
2018, foram pagas indenizações por invalidez causadas por acidentes a
3.969 pessoas, proporcionalmente 29,9% a menos que no mesmo período do
ano passado, com 5.662 indenizações por invalidez pagas no estado.
Os casos de indenização pagas por despesas médicas também caíram na
Paraíba. Foram contabilizados 371 pagamentos de janeiro a setembro de
2018, 21 casos a menos que o mesmo período de 2017, com 392 pagamentos
de DPVat. A Paraíba foi o único estado nordestino a registrar queda nos
três casos de pagamento da indenização por acidente de trânsito.
Acidentes com moto lideram
As motocicletas são as maiores responsáveis por causar morte, invalidez
ou despesas médicas em casos de acidente de trânsito. Dados indicados
pelos dois principais hospitais da Paraíba que atendem vítimas de
acidente, os hospitais de emergência e trauma de João Pessoa e Campina
Grande.
De acordo com o Hospital de Trauma de Campina Grande, somente nos
primeiros nove meses de 2018, foram 6.449 pessoas que deram entrada na
unidade de saúde com ferimentos em razão de acidentes de trânsito
envolvendo motocicletas. De janeiro a setembro foram registrados 87
mortes causadas em acidentes com motocicletas sendo 70 homens e 17
mulheres.
No caso do Hospital de Trauma de João Pessoa, no primeiro semestre de
2018 foram 82 mortes de pacientes vítimas de acidentes de trânsito, dos
quais 54 mortes somente provenientes de acidentes com motocicletas.
Mortes de vítimas de acidente na Grande João Pessoa
A primeira eleição parlamentar sem o financiamento de empresas mostrou
que a busca pelas cadeiras federais foi a mais valorizada, com a
escassez de recursos, que até 2014 eram abundantes. Pressionadas pela
cláusula de barreira, as legendas investiram forte os recursos
partidários e do fundo de campanha para eleger o maior número de
parlamentares federais. Isso levou a um aumento do custo médio para
conquistar os votos dos deputados eleitos no pleito deste ano.
Enquanto em 2014, o voto custou em média R$ 8,36, a disputa deste ano
elevou a média para R$ 11,33 (considerando apenas a votação dos 12
eleitos na Paraíba). No total, este ano se gastou R$ 12,4 milhões na
corrida para Brasília, enquanto no pleito anterior essa despesa foi de
R$ 11,1 milhões.
O ex-senador Wilson Santiago (PTB) foi o
deputado federal eleito que apresentou os maiores gastos na campanha
deste ano: R$ 1,759 milhão. Obteve 86.208 votos, num custo médio de R$
20,4 por eleitor convencido (não se trata de compra de votos, mas da
despesa média que o candidato teve para levar sua campanha e convencer o
eleitor a lhe apoiar).
Em segundo lugar no ranking das
campanhas despendiosas, está Wellington Roberto, que teve R$ 1,636
milhão de despesa para conquistar 107.465 eleitores (média de R$ 15,23
por voto). Em 2014, o deputado gastou R$ 2,224 milhões (R$ 21,23 para
cada um dos 104.799 votos).
Este ano, após reforma do
financiamento de campanha, os candidatos à Câmara Federal tinham um teto
de R$ 2,5 milhões nos gastos eleitorais.
Dos seis deputados
federais reeleitos, três aumentaram os gastos nas eleições de 2018:
Efraim Filho (DEM) saltou de R$ 881 mil para R$ 1,286 milhão (46%);
Pedro Cunha Lima (PSDB), de R$ 891 mil para 1,221 milhão (37%); Hugo
(PRB), de R$ 736 mil para R$ 952 mil (29%).
Cadeira na ALPB custou menos
Segundo dados do Divulga Cand, a campanha para deputado estadual este
ano foi mais magra na Paraíba, quando comparado com a disputa de 2014. O
voto este ano custou em média R$ 7,23. No total, as despesas estaduais
dos parlamentares eleitos somaram R$ 7,9 milhões, contra R$ 10,1 milhões
do último pleito, queda de mais de 21%.
Os números de 2018
demonstram que as cifras não foram necessariamente revertidas em volume
de votos. O deputado reeleito Caio Roberto (PR), por exemplo, foi o que
teve o maior gasto na disputa deste ano: R$ 939 mil, contra R$ 295 mil
da última eleição, um salto de 218%. Ele teve 28.344 votos, média de
aproximadamente R$ 33 por voto recebido.
Wallber Virgolino
(PATRI), por outro lado, foi o segundo candidato com menor despesa neste
pleito: pouco mais de R$ 23 mil, com uma receita de R$ 42 mil. O
deputado eleito também foi o segundo mais bem votado, com 48.053 votos,
custo médio de R$ 0,48 por voto.
Na avaliação do futuro
parlamentar, unidade nas pautas defendidas durante a campanha e
investimento nas redes sociais foram essenciais para o resultado
alcançado.
“As redes sociais foram fundamentais, principalmente o
Instagram. Como não tinha dinheiro, tive que investir em uma estratégia
que atingisse mais gente. A política mudou o prumo, o eleitor exige que
o político tenha consistência e conteúdo, que defenda alguma bandeira.
Quem não tem isso e não tem serviço prestado, precisa gastar muito
dinheiro. Daqui para frente, o ‘empresário’ da política vai continuar
gastando muito e correndo o risco de não se eleger”, disse Virgolino.
Este ano, o limite de gastos para a disputa do cargo de deputado
estadual foi de R$ 1 milhão, somadas as doações e o fundo eleitoral. BP
Tendência de enxugar
Doutor em Ciência Política pela USP, o professor da Universidade
Federal da Paraíba José Henrique Artigas acredita que a tendência é que
as campanhas fiquem mais magras. “A cláusula de barreira é relevante
para estimular mais gastos no âmbito federal. Já a diminuição dos gastos
no âmbito estadual é resultado direto da retirada do financiamento
empresarial. Já é esperada uma queda expressiva nas campanhas estaduais.
Na majoritária foi muito forte e nas proporcionais também. A tendência é
que se continue tendo uma redução nas próximas campanhas”, disse.
Além da mudança no financiamento, o encurtamento do tempo de campanha
também contribuiu para a queda dos gastos no âmbito estadual.
“Pulamos de 90 para 45 dias de campanha. Os gastos com programa de
televisão e rádio também caíram brutalmente, porque o tempo passou de 60
para 30 dias. Isso por si só, independente dos meios de financiamento,
já altera toda a dinâmica da campanha”, disse o professor, que destacou
também que a fusão de partidos no próximo ano também vai contribuir para
o enxugamento das campanhas. BP
Maioria dos eleitos reduz conta
Dos 20 deputados estaduais reeleitos, 12 diminuíram os gastos nesta
eleição, quando comparado com 2014. Percentualmente, o deputado estadual
reeleito, Inácio Falcão (PC do B), foi o que mais enxugou os gastos,
quando comparados os pleitos de 2014 e 2018. Seguindo o caminho inverso,
oito deputados estaduais reeleitos gastaram mais nesta eleição. O
deputado Caio Roberto (PR) foi o que mais aumentou os gastos, quando
comparados os dois últimos pleitos.
Wilson Filho, eleito
deputado estadual este ano, também ampliou em 74% as despesas de
campanha em relação ao pleito de 2014, quando ele foi eleito deputado
federal.
A reportagem tentou contato com os parlamentares, mas as ligações não foram atendidas, nem as mensagens respondidas. BP
As
testemunhas contaram aos policiais militares que atenderam à ocorrência
que os dois estavam bebendo em um bar, onde houve a discussão inicial.
O corpo do homem morto a facadas ficou estendido na calçada do prédio onde ele morava
(Foto: Secom-PB/Arquivo)
Um homem foi assassinado a golpes de faca e a
motivação teria sido uma briga sobre futebol. Um vizinho é o principal
suspeito do crime que aconteceu no bairro Valentina, em João Pessoa, na
noite deste domingo (11).
O corpo da vítima ficou estendido na calçada do prédio onde ele
morava. As testemunhas contaram aos policiais militares que atenderam à
ocorrência que os dois estavam bebendo em um bar, onde houve a discussão
inicial.
No caminho para casa, a dupla entrou em luta corporal e um esfaqueou o
outro. O suposto autor do homicídio não foi encontrado e a Polícia
Militar segue fazendo buscas.
Liberação
da delação de Palocci às vésperas da eleição é um dos pontos que
petistas vão explorar para acusar Moro de parcialidade
"Se o conceito de democracia já escapa a nossa elite,
muito mais o conceito de república. O significado da indicação de Sérgio
Moro para Ministro da Justiça só será compreendido pela mídia e fóruns
internacionais", escreveu Haddad.
(Foto: Reprodução)
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
prepara um habeas corpus que tem como fundamentação o fato de o juiz
federal Sérgio Moro ter aceitado o convite para assumir o Ministério da
Justiça no governo Jair Bolsonaro.
Segundo pessoas com acesso à defesa de Lula, os advogados vão
alegar que a ida de Moro para o ministério comprova a tese de que o juiz
foi parcial e tinha motivações políticas para condenar o ex-presidente e
tirá-lo da corrida presidencial. O HC deve ser encaminhado aos
tribunais superiores.
Um dos argumentos será a declaração do vice-presidente eleito,
general Hamilton Mourão, de que o convite a Moro foi feito ainda durante
a campanha eleitoral e que o juiz liberou a delação do ex-ministro
Antonio Palocci, cujo principal alvo é Lula, apenas seis dias antes do
primeiro turno das eleições.
A liberação da delação de Palocci às vésperas da eleição é um dos
pontos nos quais petistas e advogados de Lula vão explorar para reforçar
a narrativa de que Moro tratou o ex-presidente com parcialidade.
"É uma indecência. Mostra claramente que ele (Moro) sempre misturou a
atividade jurisdicional dele com a política", disse o deputado Wadih
Damous (PT-RJ), que integra a defesa do ex-presidente.
Para ele, Moro deve se afastar imediatamente de todos os processos que envolvam Lula.
A ex-presidente Dilma Rousseff também explorou este fato em uma série
de mensagens publicadas hoje em uma rede social. Segundo ela, a
liberação da delação prejudicou sua candidatura ao Senado por Minas
Gerais e a do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad.
Haddad, que tirou dois dias de folga com a família na Serra da
Mantiqueira, se pronunciou por meio de uma rede social. Segundo ele, a
elite brasileira não compreende o conceito de república e o significado
da escolha de Moro ficará por conta da imprensa e entidades
internacionais.
"Se o conceito de democracia já escapa a nossa elite, muito mais o
conceito de república. O significado da indicação de Sérgio Moro para
Ministro da Justiça só será compreendido pela mídia e fóruns
internacionais", escreveu Haddad.
Segundo o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, ao aceitar o convite
Moro confirma suspeitas de que conduziu o processo de Lula de forma
parcial.
"Apenas confirma as suspeitas sobre a sua isenção, como Juiz, nos
processos lawfare encetados contra Lula. Repito, não pelo fato de ter
aceito tecnicamente as denúncias do Ministério Público, que seriam atos
normais de jurisdição, mas pelas formas altamente politizadas e
tecnicamente manipuladas com que conduziu os processos e pelas
ilegalidades de forma e conteúdo que cometeu na condução dos mesmos",
disse Tarso.
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