quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Campanha ajuda estudante pessoense com leucemia a vencer doença

Campanha ajuda estudante pessoense com leucemia a vencer doença
Os pessoenses que possuem uma conta na rede social Facebook já devem ter lido algo sobre a estudante de direito Carol Barros, de 23 anos, diagnosticada com leucemia e que precisa de 18 bolsas de sangue por dia. No último mês, familiares e amigos criaram uma Fan Page na rede social como o nome “Ajude Carol Urgente” com o objetivo de as doações de sangue para a jovem.  
Segundo a tia de Carol, Daniela Cavalcante, a rotina da família mudou completamente depois do dia 11 de outubro, data que a família descobriu que Carol estava doente. “Carol está internada na UTI do Hospital Memorial São José, que fica na cidade de Recife, quando faz a quimioterapia precisa receber 18 bolsas de sangue diárias do tipo O negativo”, disse a tia.
As doações para Carol devem ser realizadas no Banco de Sangue Hemato, situado na Avenida Lins Petit, 264, Ilha do Leite, Recife-PE. Os familiares estão disponibilizando transporte todos os sábados para os interessados em doar que moram em João Pessoa.
Apesar do sucesso da divulgação, todos vivem uma tensão constante com número de doações. “A maior dificuldade da campanha é encontrar novos doadores, já que homens só podem voltar a fornecer sangue após três meses e mulheres após quatro meses, quem doa apenas plaquetas, a retirada pode ser feita depois de 15 dias”, disse Daniela tia de Carol.
Para fazer a doação, é preciso ter entre 16 e 67 anos, pesar pelo menos 50 quilos, estar bem descansado e alimentado e apresentar um documento original oficial com foto. Menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis. 


  
Mário Luiz (Carioca) com Click PB

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Dirceu terá salário de R$ 20 mil se for autorizado a trabalhar em hotel

Salário mensal corresponde ao cargo de gerente administrativo com carga horária das 8h às 17h; para trabalhar, ex-ministro precisa do aval da Justiça
 
Brasília - O ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, um dos presos no mensalão, terá salário de R$ 20 mil por mês se a Justiça autorizar que ele trabalhe como gerente administrativo do hotel Saint Peter, um hotel quatro estrelas de Brasília, durante o cumprimento da pena em regime semiaberto.
Dirceu ao se entregar na sede da PF em SP
Foto:  Estadão Conteúdo
O contrato de trabalho foi assinado dia 22 de novembro, uma semana após a Polícia Federal (PF) cumprir o mandado de prisão. Mas, para assumir o emprego, Dirceu, que está na Penitenciária da Papuda, precisará de uma decisão do juiz da Vara de Execuções Penais (Vepe) de Brasília, Bruno Ribeiro. Ele pede para trabalhar das 8h às 17h, com uma hora de almoço, entre 12h e 13h.
Condenado a 10 anos e 10 meses de prisão no mensalão, o ex-ministro encontra-se, desde a semana passada, em regime semiaberto - parte relativa à condenação de 7 anos e 11 meses por corrupção ativa -, conforme entendimento do Supremo.
Em seu argumento, a defesa do ex-ministro diz que não há dúvida que "torna-se admissível a realização de trabalho externo [de Dirceu], conforme preceitua o artigo 35, parágrafo 2.º do Código Penal". E completa: "José Dirceu preenche todos os requisitos necessários para que lhe seja deferida a possibilidade de trabalho externo."
O ex-ministro já tem até carteira de trabalho com carimbo do seu empregador. No contrato, a direção do St. Peter Hotel fez constar a informação de que "tem plena ciência e anui com as condições do empregado no sentido de cumprir a atividade laboral, seja no tocante ao horário, seja por outra exigência a qualquer título, relativamente ao regime profissional semiaberto ou outro que seja determinado pelo Poder Judiciário para cumprimento da pena a que foi submetido em razão da condenação na Ação Penal 470"

Mário Luiz (Carioca) com O Dia Online

Enfermeira é internada após ser agredida por acompanhante em hospital da PB

A enfermeira foi levada ao IPC para fazer exames de corpo de delito

 Hospital Regional de Patos
Hospital Regional de Patos
Um fato surpreendente quebrou a rotina num dos maiores hospitais do Estado na madrugada desta terça-feira (26). Um acompanhante agrediu fisicamente uma enfermeira, após a mulher concluir um atendimento no Regional de Patos, cidade localizada no Sertão do Estado, a 320 quilômetros de João Pessoa. A vítima teve que ser internada com vários hematomas e com dois dos seus dentes quebrados.

De acordo com informações do delegado Manoel Martins, da Delegacia Regional de Patos, o homem, identificado como Sandoval José da Conceição, de 19 anos, teria, sem mais nem menos, fechado a porta da enfermaria quando a enfermeira se dirigia para a saída e sem dizer uma palavra, esmurrado a vítima no rosto. A enfermeira caiu e ele teria avançado sobre ela aplicando-lhe vários outros golpes.

"O irmão do acusado, que estava com um corte profundo na mão, ainda tentou tirá-lo de cima da enfermeira, mas não conseguiu. Foi quando seguranças foram chamados e junto com outros funcionários conseguiram deter o agressor", contou Manoel Martins.

A Polícia foi chamada e Sandoval foi levado para a Delegacia onde se encontra preso. O delegado informou que ele será autuado em flagrante e  deve seguir para o Presídio Regional da cidade.

A enfermeira, Edna Brito Lima, de 41, foi atendida por uma equipe médica e no fim da manhã de hoje recebeu alta médica. Ela foi levada para o Instituto de Polícia Científica para fazer exames de corpo de delito.

A diretora da unidade médica, Sílvia Ximenes, disse que o fato pegou a todos de surpresa, pois não houve nenhum tipo de discussão ou qualquer outro diálogo entre os dois. "O agressor, em nenhum momento, foi destratado por quem quer que seja no hospital, por isso estamos acreditando que ele tenha tido um surto psicótico", deduziu.

Sílvia informou que todos os acompanhantes dos pacientes que serão internados são atendidos por uma assistente social.

Mário Luiz (Carioca) com Portal Correio

Jovem é agredida no trânsito nos Jardins

Vítima estava com a mulher e diz que motorista se irritou quando o semáforo abriu


Vítima denunciou o caso também em redes sociais Reprodução/Facebook
Uma mulher foi agredida com um soco por um homem no fim da tarde deste sábado (23) porque, de acordo com ela, não avançou com o carro logo que o sinal abriu. A publicitária Jessica Otte, de 24 anos, dirigia seu carro na região dos Jardins, na zona sul de São Paulo, acompanhada da mulher, Amanda Carbone, de 28. Segundo Jessica, elas estavam a caminho de um shopping.
— Parei num farol na rua Groenlândia. Enquanto o farol estava vermelho, dei um selinho em minha mulher e, logo que abriu, engatei a primeira marcha. Então, comecei a tomar inúmeras buzinadas.
No farol na esquina com a avenida Brigadeiro Luís Antônio, o homem que havia buzinado, e que aparentava ter 50 anos, deu sinal de luz. Jessica teria aberto o vidro do carro para mostrar que o sinal estava fechado. O homem, então, teria se aproximado com o veículo, uma caminhonete, e dado pancadas no carro da jovem. Jessica teria descido do carro para tirar fotos da batida — ela afirma ter ouvido ofensas.


Segundo a publicitária, o motorista saiu do carro e bateu no rosto dela, além de empurrá-la. A mulher de Jéssica afirma que ela não reagiu, pôs as mãos atrás do corpo e disse: ‘Pode bater’. Outro carro parou por perto, de onde saiu a mulher do homem, que também começou a empurrá-la. As duas ligaram para a polícia e o casal fugiu. Elas os seguiram por 15 minutos, depois se encaminharam ao 14° DP (Distrito Policial) para registrar a ocorrência.
Amanda afirma que o caso não pode ser caracterizado como homofobia.
— Os insultos que ele utilizou foram dúbios, mas não queremos falar de homofobia. Queremos mostrar que todo mundo está louco. O estresse no trânsito se tornou uma agressão física.
O caso é investigado pelo 14° DP. Até a noite desta segunda-feira (25), o agressor não havia sido identificado. A polícia descobriu que o carro estava registrado em nome de um posto de gasolina do bairro Morumbi, na zona sul da capital paulista.

Mário Luiz (Carioca) com R7

MPF aciona ex-prefeito de Cajazeiras por dificultar transição municipal

Segundo MPF, ex-prefeito sumiu com documentos e computadores da prefeitura

 

O ex-prefeito de Cajazeiras (PB) Carlos Rafael Medeiros de Souza foi alvo de ação de improbidade, proposta pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF), por sumir com documentos e bens públicos para dificultar os trabalhos da nova gestão municipal, além de descumprir recomendação para disponibilizá-los ao sucessor. Para o MPF há provas contundentes de que o ex-prefeito deliberadamente sumiu com documentos e computadores do setor de licitações da prefeitura, no dia 31 de janeiro de 2012.
Em razão das eleições municipais de 2012, o Ministério Público Federal emitiu recomendação aos prefeitos de Sousa (PB) e Cajazeiras acerca da prestação de contas dos convênios firmados e da entrega da documentação necessária para tal finalidade, quando da transição administrativa entre os prefeitos com mandato se encerrando em 2012 e os gestores com mandato se iniciando em 2013.
No entanto, mesmo notificado pessoalmente, em 29 de outubro de 2012, que deveria disponibilizar ao sucessor toda a documentação necessária para assegurar a prestação de contas dos convênios firmados em sua gestão, o então prefeito Carlos Rafael de Sousa claramente descumpriu a recomendação do Ministério Público.
Ainda em dezembro de 2012, a prefeita eleita, Francisca Denise Albuquerque de Oliveira encaminhou ofício ao MPF informando da dificuldade para fazer funcionar a Comissão de Transição Municipal. Conforme relato da prefeita eleita, o então gestor teria orientado os secretários das pastas da Educação, Saúde e da Promoção Social a não prestarem “qualquer tipo de informação sobre respectivos convênios (...), critérios necessários para a sua manutenção e renovação (...)”.
Ao assumir a prefeitura, Francisca Oliveira informou ao MPF que o ex-prefeito havia levado consigo “computadores do setor de licitações, com arquivos eletrônicos do município desde o ano de 2006. Também havia retirado, no dia 31 de dezembro de 2012, toda a documentação física relativa às despesas e contratos administrativos realizados durante sua gestão. Há até o registro da retirada no livro de controle do município.”
A nova gestão ainda tentou recuperar os documentos e bens extraviados, ajuizando ação de busca e apreensão perante a 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras, mas o mandado foi cumprido apenas parcialmente, pois os computadores não teriam sido encontrados. A prefeita eleita ainda informou ao Ministério Público Federal que por ter identificado diversos convênios sem material necessário para a prestação de contas, havia solicitado a instauração de tomada de contas especial.
Para o MPF, está devidamente caracterizado, o desrespeito aos princípios da administração pública constantes na Lei de Improbidade Administrativa, como o dever de honestidade e lealdade às instituições, e evidenciadas as condutas de retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício; deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo.
Pede-se a condenação do réu nas penas previstas no artigo 12, inciso III, da Lei nº 8.429/92, bem como nas despesas processuais.
A ação foi proposta em 26 de julho de 2013. É possível consultar a movimentação do processo através da página www.jfpb.jus.br, bastando, para tanto, colocar o número da ação na ferramenta de pesquisa processual.

Mário Luiz (Carioca) com WSCom

Corpo de paraibano vítima de acidente com trem está a caminho da PB

Previsão mínima é que corpo chegue a Boa Ventura na noite da quarta.

Companheira e enteado de paraibano foram enterrados em São Paulo.


O corpo do paraibano que morreu em consequência do descarrilamento de um trem em São José do Rio Preto (SP) já está a caminho da cidade natal dele, Boa Ventura. Neste domingo (24), o acidente matou oito pessoas e deixou mais oito feridos. Francinaldo Felix Emiliano, de 30 anos, estava em uma casa que foi atingida por um dos vagões.
Segundo o irmão da vítima, Francisco Félix, o corpo saiu de São José do Rio Preto na noite desta segunda (25) de carro e a previsão é que chegue na casa da família, em Boa Ventura, no período entre a noite da quarta-feira (27) e a manhã da quinta (28).

Ainda de acordo com Francisco, os gastos com o translado do corpo foram custeados pela empresa responsável pelo trem que descarrilou. O velório e enterro devem acontecer também em Boa Ventura.

Francinaldo estava trabalhando formalmente em uma empresa de construção há oito meses, segundo o irmão. Ele morava em São Paulo com a companheira, Graziela Joaquim dos Santos, de 27 anos, que estava grávida de dois meses, e também com o filho dela, Kauan, de 6 anos. Eles iriam casar e passar a morar juntos na próxima semana.
Amigos e familiares acompanham o enterro de Graziela (Foto: Marcos Lavezo/G1) 
 
Amigos e familiares acompanham o enterro de
Graziela (Foto: Marcos Lavezo/G1)
Os corpos de Graziela e de Kauan foram enterrados na tarde desta segunda-feira (25) no cemitério São João Batista, em São José do Rio Preto. Segundo a mãe de Graziela, a dona de casa Clauci Joaquim dos Santos, a filha ia se mudar com Francinaldo. “Ela estava muito feliz com a gravidez e com a mudança, eles iriam se casar e passar a morar juntos esta semana. Eles estavam comprando os móveis e arrumando a nova casa”, afirma a mãe.

Clauci também estava na casa que foi atingida por um vagão na tarde de domingo. Ela afirma que estava no quarto, dormindo com um dos netos, quando o acidente aconteceu. Clauci explicou que foi atingida por um pedaço do teto que caiu, mas conseguiu se salvar graças ao filho Carlos Joaquim dos Santos, que a resgatou. “Meu menino me puxou para me salvar e quando ele voltou para salvar o meu neto já não dava mais tempo. Quando eu vi meu neto já sabia que estava morto. Foi tudo muito rápido, eu estava dormindo e acordei com o estrondo”, diz.

O trem descarrilou perto do bairro Jardim Conceição e um dos vagões atingiu duas casas. Oito pessoas morreram no acidente, que destruiu pelo menos duas casas. Segundo a mãe das vítimas, a empresa responsável pela ferrovia irá ceder uma casa para a família, além de comprar móveis para que eles fiquem alojados. “Perdi minha filha, dois netos e o meu genro, é  lógico que eu quero Justiça. Vou tentar retomar a minha vida, morar com o meu filho, que agora são só nós dois, para nos dar força um para o outro”, afirma.

O enterro de Graziela e do filho reuniu milhares de pessoas e foi marcado pela comoção e pela revolta por causa do acidente. A amiga de infância de Graziela, Micaeli Aparecida de Souza, espera que as autoridades tomem alguma providência. "Ela estava muito feliz e perder a vida assim é muito trágico. Sempre houve descarrilamentos em Rio Preto e agora, nesta tragédia, a gente espera que algo possa ser feito", afirma.
Pelo menos duas casas foram atingidas pelos vagões no acidente em Rio Preto (Foto: Marcos Lavezo/G1) 
 
Pelo menos duas casas foram atingidas pelos
vagões no acidente em Rio Preto
(Foto: Marcos Lavezo/G1)

A composição, formada por nove vagões carregados com quase 1 mil toneladas de milho saiu dos trilhos e atingiu duas casas que ficam ao lado da linha. Segundo o delegado Marcelo Goulart da Silva, alguns moradores afirmaram que o maquinista estaria em alta velocidade. Um engenheiro da ALL, empresa responsável pelo trem, nega a informação. No local, região de perímetro urbano, a velocidade máxima na linha férrea é de 40 km/h. O maquinista foi levado para a delegacia para prestar depoimento. A Polícia Científica tem 30 dias para emitir o laudo com as causas do acidente, que trabalha duas hipóteses: problemas no dormente dos trilhos ou falha de freios.

Em nota ao G1, a ALL disse que  "a concessionária responsável pela operação no trecho lamenta profundamente a fatalidade ocorrida e se solidariza às famílias e vítimas, a quem dará todo suporte e apoio. Por meio do centro que controla remotamente, via satélite, toda a operação, a empresa confirmou que a composição transitava dentro dos limites de velocidade do trecho. As causas do acidente serão investigadas por meio de sindicância". A empresa também afirmou que uma análise preliminar indica que o trem trafegava a uma velocidade adequada. Uma sindicância foi aberta para investigar as causas do acidente.

Mário Luiz (Carioca) com G1PB
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