Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) se deslocaram ao local para socorrer as vítimas
Segundo a equipe de socorristas, Jean está consciente, apresentando apenas escoriações leves e dor no tórax
(Foto: Walla Santos)
Um acidente foi registrado no início da noite desta
segunda-feira (20) na BR-230 próximo ao município de São Bentinho, no
Sertão da Paraíba, e deixou duas pessoas feridas.
Entre as vítimas está o coronel Carlos Jean Benício, comandante do 6º Batalhão de Bombeiros Militar da cidade de Sousa.
O tenente coronel seguia em uma moto na BR-230 quando acabou
colidindo contra um homem que estava atravessando a pista. Equipes do
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) se deslocaram ao local
para socorrer as vítimas que foram encaminhadas na ambulância até o
Hospital Regional de Pombal (HRP).
Segundo a equipe de socorristas, Jean está consciente, apresentando
apenas escoriações leves e dor no tórax. Já o estado de saúde da outra
vítima é gravíssimo.
Uma
menina de três anos morreu ao ser atingida por um muro que desabou, na
tarde desta segunda-feira (21), na cidade de Campina Grande, no Agreste
Paraibano.
Vitória Melo brincava com o irmão, de sete anos, no
quintal de uma residência, no Bairro José Pinheiro, quando o muro caiu e
feriu a menina na cabeça e o menino nas pernas.
O garoto foi socorrido ao Hospital de Emergência e Trauma e não corre risco de morte.
Picciani, que está no sexto mandato, informou que vai dedicar o seu tempo "à sua defesa e à do filho
Picciani disse que aguarda a decisão com serenidade e, se for o caso, vai recorrer'.
(Foto: Da Internet)
O deputado estadual e presidente da Alerj (Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Jorge Picciani, anunciou neste
domingo (19), em nota, que vai se licenciar das atividades
parlamentares até fevereiro do ano que vem.
O afastamento voluntário começa na próxima terça-feira (21).
Picciani, que está no sexto mandato, informou que vai dedicar o seu
tempo "à sua defesa e à do filho, que permanece preso, e à sobrevivência
da empresa de 33 anos da família".
O presidente da Alerj é um dos acusados pelo Ministério Público
Federal na Operação Cadeia Velha, que investiga corrupção, associação
criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O Ministério Público entrou ontem (18) com um pedido de anulação da
sessão na Alerj que autorizou a soltura de Picciani, pois na ocasião foi
desrespeitada uma liminar que garantia o acesso do público à Casa.
Leia a nota:
'O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
(Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), comunica que vai tirar licença
de suas atividades parlamentares a partir desta terça-feira (21/11), e
só deverá retornar à Alerj em fevereiro de 2018, após o recesso de
janeiro.
A razão imediata é o fato de querer se dedicar à sua defesa e à do
filho, que permanece preso, e à sobrevivência da empresa de 33 anos da
família. A empresa teve a conta bloqueada pela Justiça - apesar que
arcar com gastos fixos como salário de funcionários, impostos,
veterinários e alimentação dos animais.Sobre os movimentos em curso para
que ele e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi sejam afastados do
cargo, Picciani disse que aguarda a decisão com serenidade e, se for o
caso, vai recorrer'. Da Redação com R7
A
prefeitura vai presumir que o proprietário tem essa intenção quando,
cessados os atos de posse, "deixar de satisfazer os ônus fiscais", ou
seja, não pagar os impostos
A Câmara Municipal promulgou a lei 1.887, de 4 de outubro
de 2017, publicada no Diário da CMJP do dia 7 de novembro, dispondo
sobre a arrecadação e a encampação desses bens imóveis
(Foto: Walla Santos)
Os imóveis abandonados no Centro Histórico agora
poderão passar a ser de propriedade do Município de João Pessoa. A
Câmara Municipal promulgou a lei 1.887, de 4 de outubro de 2017,
publicada no Diário da CMJP do dia 7 de novembro, dispondo sobre a
arrecadação e a encampação desses bens imóveis.
De acordo com a lei municipal, "o imóvel urbano que o proprietário
abandonar será arrecadado como bem vago e passará, três anos depois, à
propriedade do Município de João Pessoa".
Ainda conforme a lei, a Secretaria de Planejamento, Coordenadoria do
Patrimônio Histórico e Receita municipal irão tomar a medidas em relação
a esses imóveis que forem considerados abandonados no Centro Histórico.
Os órgãos poderão atuar de ofício ou por meio de denúncias. Após a
lavratura de auto de infração, será aberto processo administrativo. A
arrecadação será feita por decreto do prefeito.
"Serão considerados abandonados aqueles imóveis cujos proprietários
não possuam a intenção de conservá-lo em seu patrimônio e que não se
encontrem na posse de outrem", diz o texto da lei. A prefeitura vai
presumir que o proprietário tem essa intenção quando, cessados os atos
de posse, "deixar de satisfazer os ônus fiscais", ou seja, não pagar os
impostos.
Conforme a lei, configura-se cessação dos atos de posse a perda pelo
proprietário de quaisquer dos poderes inerentes à propriedade, nas
seguintes hipóteses: em decorrência do "não uso desses poderes", da "não
percepção dos respectivos frutos", da não realização de obras do bem e
se exercer o seu direito de propriedade em desacordo com o fim econômico
e social. Além disso, a norma prevê a cessação dos atos de posse na
falta de exercício do poder de fato sobre o imóvel. Da Redação com Click PB
O
ministro Osmar Terra, do Desenvolvimento Social, afirmou nesta
segunda-feira (18) que o Bolsa Família deve ter um reajuste acima da
inflação em 2018, ano eleitoral.
Esse seria o segundo reajuste no
valor do programa feito pela gestão Michel Temer. O presidente anunciou
um aumento de 12,5% logo após assumir o cargo. Neste ano, contudo,
suspendeu a mudança no valor com a piora no quadro das contas públicas.
Questionado
sobre o reajuste, previsto para o meio do ano que vem, ocorrer num ano
eleitoral, ele disse: “Os maiores reajustes do governo anterior foram em
ano eleitoral. Não vamos repetir. Temos que ter caixa para fazer”,
disse.
“Bolsa Família ficou dois anos [na gestão Dilma] sem
reajuste com inflação de 10% ao ano. Estamos lentamente recuperando”,
completou.
O ministro declarou que o reajuste deve ser feito com
base na inflação e “um pouco mais”. “A inflação baixa ajuda”, disse ele.
O IPCA acumulado dos últimos 12 meses foi de 2,7%
Terra anunciou o reajuste no benefício após o lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Rio de Janeiro.
Com
investimento previsto de R$ 157 milhões, o programa inclui pacote de
ações nas áreas de justiça, educação, esporte e direitos humanos, tendo
como objetivo atender a 50 mil crianças e jovens.
O ministro também mencionou em seu discurso as vantagens para os trabalhadores que ele considera existir com a inflação baixa.
“Inflação baixa significa salário valorizado. Significa que preços não aumentaram”, disse ele.
O governo recentemente reduziu a previsão de reajuste do salário mínimo de R$ 969 para R$ 965 – o valor atual é de R$ 937.
Despachos determinando o sequestro de R$ 30.461,40 foram publicados no Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta segunda
Tribunal de Justiça da Paraíba
Mais
duas prefeituras paraibanas tiveram valores do Fundo de Participação
dos Municípios (FPM) sequestrados por determinação do presidente do
Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Joás de Brito
Pereira Filho, para o pagamento de parcelas em atraso de precatórios.
Os
despachos determinando o sequestro de R$ 30.461,40 foram publicados no
Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta segunda-feira (13). Com essas
prefeituras, já são 36 as que sofreram restrições, por descumprirem
acordo para a quitação de precatórios.
O presidente do TJ acolheu
parecer do juiz auxiliar da Presidência, José Guedes Cavalcanti Neto, e
do Ministério Público ao apreciar os processos administrativos
referentes aos municípios de Santa Helena, cujo valor sequestrado soma
R$ 17.719,33 e de Nova Olinda no montante de R$ 12.742,07. Com os R$
30.461,40 bloqueados, o montante das 36 prefeituras chega a quase R$ 2,2
milhões.
Nos despachos, o desembargador-presidente determinou
que fosse oficiado à Secretaria do Tesouro Nacional para que efetue o
desconto mensal junto ao Fundo de Participação, e transfira para a conta
do Regime Especial de precatórios de cada município, gerida pelo
Tribunal de Justiça, a cada mês dos valores das parcelas vincendas de
2017 (outubro a dezembro), bem como das parcelas vincendas do acordo
(outubro a dezembro).
“Que se iniciem já no primeiro decênio do
mês e, em não havendo recursos suficientes para integralizar o montante
mensal nesse primeiro período, que se proceda à retenção nos decênios
seguintes até a complementação do valor ordenado para o mês”, determinou
o presidente.
A medida adotada pelo TJPB atende à Resolução nº
115/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dá atribuições aos
Tribunais de Justiça para gerir os precatórios, c/c artigo 104, incisos I
e III, do ADCT. Estes estabelecem que, se os recursos para o pagamento
de precatórios não forem tempestivamente liberados, no todo ou em parte,
caberá ao presidente do Tribunal de Justiça local determinar o
sequestro, até o limite do valor não liberado, das contas do ente
federado inadimplente; e à União, reter os recursos referentes aos
repasses ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao
Fundo de Participação dos Municípios e os depositar na conta especial.
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