segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Sargento reformado da PM é morto a tiros em estrada em Santa Rita

Sargento reformado da PM é morto a tiros em estrada em Santa Rita

Um sargento da Polícia Militar reformado foi morto a tiros, na noite desse sábado (14), em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Segundo apuração da TV Correio, a vítima foi atingida pelos disparos em uma estrada no distrito de Várzea Nova. Ele teria ido à região para caçar animais. Ele teria sido abordado pelos criminosos na volta para casa. O policial fazia o percurso de motocicleta, por uma estrada com pouca iluminação, quando foi atingido pelos tiros.

O barulho dos disparos chamou atenção de funcionários de um posto de combustíveis da região, que acionaram a Polícia Militar. Porém, quando a viatura chegou ao local o autor dos tiros já tinha fugido. O sargento reformado não resistiu aos ferimentos e morreu antes mesmo de ser levado para um hospital. O corpo dele foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) da Capital.

O Portal Correio tentou contato com a Polícia Civil para saber se já indícios sobre autoria e motivação do crime, mas as ligações não foram atendidas.

 Da Redação com Correio

sábado, 7 de outubro de 2017

Vice prefeito Dr. Temístocles Ribeiro Filho emite nota sobre rompimento político dele com a prefeita de Conde

   
Aos amigos e irmãos do Conde
Em respeito ao estabelecimento da verdade e honestidade que marcam minha vida, sinto-me na obrigação de falar ao meu povo da minha querida cidade.
Fui surpreendido na noite de ontem com matérias veiculadas pelas mídias a respeito de uma “nota” supostamente distribuída pela prefeita do Conde onde ela faz agressões gratuitas, desnecessárias e desrespeitosas à minha pessoa.
Não entendo o porquê de tanto ódio, agressividade e ataque a quem ela julga ter “fraqueza”, talvez a fraqueza não seja minha, pois fraqueza é um comportamento de quem não tem capacidade para resolver determinadas situações e prefere partir para ataques pessoais e descabidos, tentando assim transferir para outros responsabilidades que são exclusivamente suas. Porém, jamais vou fazer esse tipo de julgamento para com a prefeita, pois minha educação e caráter me fazem respeitar a todos de forma incondicional.
Na nota a prefeita supostamente fala que minha decisão “agride frontalmente o projeto político...”. Bem, não fui eleito para usar a máquina pública como objeto de submissão, nem a serviço, de nenhum tipo de projeto político, fui eleito para usar o poder público em favor da população do Conde, querer usar a máquina pública para implantar projetos políticos de interesses escusos é o que se caracteriza de fato como uma agressão ao povo do Conde, e desse expediente jamais utilizarei.
A prefeita também me agride e me julga de irresponsável, por (na mente perturbada dela) “tentar transparecer à opinião pública e ao eleitorado uma suposta crise político-administrativa”.
Ora, em minha nota não fiz nenhuma referência a qualquer tipo de crise, minha nota foi simples, objetiva e dirigida aos grupos da gestão dos quais eu fazia parte, nada mais que isso. Se alguém, de forma incompetente, está criando uma crise, esse alguém não sou eu. Ainda mais, acho que a prefeita deveria tentar parar de fazer politicagem 24 horas por dia, não estamos em época de eleição pra ela tratar as pessoas como “eleitorado” o tempo todo. Quanto a “cumprir compromissos”, acho que ela não é a melhor pessoa do mundo pra tá falando disso.
Talvez na ânsia de me agredir e me denegrir a prefeita tenha produzido uma nota tão contraditória e mentirosa, que chega a ser ridícula.
Primeiro ela diz que eu me recusei “a participar diretamente das decisões políticas e administrativas mais importantes da Prefeitura”, linhas depois ela diz que “mantivemos um diálogo permanente, compatível com os laços de amizade que estabelecemos, as decisões foram discutidas e compartilhadas”.
Ora prefeita a senhora precisa definir com aqueles que escrevem suas notas se eu não participei, ou se eu participei das discussões de decisões, para não parecer que a senhora está tentando criar mais uma de suas estórias para o povo, afinal se eu nunca exerci nenhuma função executiva, como é que a senhora alega que as decisões eram discutidas e compartilhadas comigo? Coerência e honestidade nas palavras parecem não ser o seu forte.
Outro devaneio recheado de contradição é o fato de a nota dizer que “Pactuamos, ainda durante a campanha vitoriosa, que ao vice-prefeito caberia, a partir da nossa posse, orientar diretamente as ações da saúde.”.
Ora, a prefeita em seus discursos sempre deixou bem claro que nunca fez nenhum tipo de acordos ou pactos para vencer as eleições no Conde, como é que agora surge um suposto “pacto durante a campanha”?
Onde está a mentira, nos discursos de campanha, ou nessa declaração?
O fato de ser médico me credenciava naturalmente a expor minhas ideias sobre saúde, o que não significa que fizemos nenhum tipo de “pacto”, se a prefeita fez “pactos” secretos com alguém que ainda não vieram à tona, com certeza não foi comigo. Por oportuno, desde a campanha a prefeita sabe que sou médico e trabalho em outras cidades, inclusive sua equipe jurídica me defendeu em um processo de impugnação de candidatura alegando que isso não traria nenhum tipo de empecilho para minha atividade política, por que agora tentar demonizar isso?
Sempre trabalhei e trabalho muito dentro da minha profissão, não me envergonho disso, tenho vergonha é de pessoas que nunca trabalharam na vida a não ser ocupando cargos de confiança na máquina pública.
Será que sou eu que tenho “incapacidade de rejeitar as práticas de um passado que o Conde precisa superar”?
Fui eu que tentei proteger um ex-presidente da câmara que renunciou ao cargo por acusações de corrupção e atuei para eleger um outro ex-presidente que todo seu grupo acusava de “membro de gangue” em seus discursos?
Ou será que a tal “incapacidade de rejeitar as práticas de um passado que o Conde precisa superar” seria distribuir “vagas da educação” para vereadores como ficou claro em um áudio vazado de grupo de whatsApp?
Ou ainda, “incapacidade de rejeitar as práticas de um passado que o Conde precisa superar” seria reduzir e fechar serviços de saúde da população em nome de uma necessidade financeira, enquanto gabinetes são inchados com alguns assessores que se quer pisam na cidade para receber dos cofres públicos, mas que são mantidos como se fosse uma demonstração de submissão à políticos?
Pois é, apenas em alguns exemplos fica claro que quem é incapaz de rejeitar práticas políticas atrasadas e desonestas, com absoluta certeza, não sou eu.
Do mesmo modo, não pode ser atribuído a mim o hábito de acreditar “na política enquanto processo de acomodação de interesses”, pois quem é o gestor, quem aplica suas práticas, desejos e vontades usando a máquina pública não sou eu.
Acho que o despreparo e incompetência fazem a prefeita esquecer que o “poder da caneta” para acomodar interesses não é meu, então, de sua prática jamais posso ser acusado.
Quanto às declarações sobre a nomeação de minha esposa como adjunta, depois como secretária, novamente como adjunta e a nomeação de uma advogada de São Paulo, mais uma vez a prefeita tenta criar uma história fantasiosa e falaciosa para tentar me denegrir e esconder sua incompetência em nomear pessoas capazes para gerir a saúde da cidade, tendo usado minha esposa como um tapa buracos durante um período, pois a esposa de seu secretário de comunicação foi nomeada, e após mais de um mês dando cabeçadas na secretaria, teve sua nomeação estranhamente cancelada, o diário oficial do município não me deixa mentir.
Enquanto isso, colocava-se em prática sua política de cortes, reduções e sucateamento dos serviços de saúde para a população. E isso eu jamais vou aceitar para o meu povo.
Desde ontem me pergunto o porquê de uma nota com tanto ódio, tanta agressividade, tanto despreparo para a coisa pública e tantas falácias emitida supostamente pela prefeita.
Na nota que emiti na quarta-feira última eu apenas disse que me sentia decepcionado e por isso estava me afastando, desejei boa sorte a todos e deixei claro o respeito que tenho por todos, da forma como aprendi com meu pai. Nada mais que isso.
Será que se afastar, pensar diferente e não coadunar com submissões e mentiras são atitudes tão graves que mereçam tamanha agressividade da prefeita?
Onde estão o respeito à democracia e ao contraditório?
Até a última terça-feira eu era elogiado e exaltado pela prefeita e por toda sua trupe, não entendo essa mudança de opinião tão rápida e odiosa apenas pelo fato de eu ter dito que estava me afastando de uma função que a própria prefeita diz que eu nunca exerci.
Para concluir, tudo o que desejo, novamente, é uma boa sorte a prefeita pra tentar mudar o que já começou de forma lamentável, pedir a ela que tente agir com inteligência e respeito ao o povo do Conde, que desarme seu palanque e tire do seu coração tanto ódio e agressividade, nossa cidade não merece isso, e finalmente dizer aos meus irmãos do Conde que contem comigo sempre, como sempre foi e como sempre será.
Jacumã/Conde-PB, 06 de outubro de 2017.
Dr. Temístocles Ribeiro Filho - Vice-prefeito eleito pelo povo.    

Da Redação com assessoria do Vice prefeito.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Cesare Battisti é preso pela PF no Mato Grosso do Sul

Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos de sua autoria cometidos nos anos 1970, quando era membro do Partido Proletários Armados para o Comunismo


Em 2004, Battisti fugiu de seu país e, três anos depois, foi preso no Brasil (Foto: Veja)
O italiano Cesare Battisti foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quarta-feira na cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, enquanto estaria tentando atravessar a fronteira do Brasil com a Bolívia.
Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos de sua autoria cometidos nos anos 1970, quando era membro do Partido Proletários Armados para o Comunismo, grupo ligado à extrema esquerda.
Em 2004, o italiano fugiu de seu país e, três anos depois, foi preso no Brasil. Na ocasião, a Itália pediu a sua extradição, e em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou sua extradição, na época negada pelo então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 Da Redação com Veja

STF decide que Lei da Ficha Limpa pode ter validade retroativa

Lei foi criada em 2010

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no início da tarde desta quarta-feira (4) que a Lei da Ficha Limpa, criada em 2010, pode retroagir para condenados antes de a lei ter sido criada. Os ministros decidiram a questão por sete votos favoráveis contra três.
O julgamento teve início em 2015 e foi retomado na semana passada. Os ministros Ricardo Lewandowski, que era relator da ação, e Gilmar Mendes já tinham votado contra a possibilidade da regra qure prevê inelegibilidade de oito anos valer em condenações anteriores a 2010, quando a regra era de apenas três anos de inelegibilidade.
Os ministros analisavam recurso apresentado pelo vereador de Nova Soure (BA) Dilermando Soares, que foi condenado por abuso de poder econômico e compra de votos em 2004. Ele ficou inelegível por três anos, como era a regra àquela época. Quando a lei da Ficha Limpa entrou em vigor, ele teve seu registro de candidatura negado em 2012, quando ficou inelegível por três anos, conforme a regra vigente à época. Após a Ficha Limpa, entretanto, ele teve seu registro negado nas eleições de 2012.
Na retomada do julgamento, na quinta-feira da semana passada (28.set), o ministro Luiz Fux abriu divergência e foi acompanhado por Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Rosa Weber, Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello. A ministra Cármen Lúcia, que preside a Corte, não é obrigada a votar, a menos em casos de empates.
Gilmar Mendes, após a decisão da Corte, pediu para complementar seu voto e voltou a criticar a lei, afirmando que “a lei foi escrita em língua próxima do português, mas mal escrita”. Em agosto do ano passado, Gilmar afirmou que a lei parecia ter sido “feita por bêbados”.

Da Redação com Assessoria

Menino achado em cela de presídio e mais três irmãos são transferidos para abrigo

Juíza que determinou transferência disse que os pais do adolescente de 12 anos serão citados e poderão se defender, mas até lá, os filhos ficarão acolhidos


O preso com quem ele passou a noite já responde por estupro e seria "compradre" do pai do adolescente (Foto: Reprodução/G1)
O garoto de 12 anos achado em uma cela da Colônia Agrícola Major César Oliveira, em Altos, 30 km de Teresina, foi transferido com os três irmãos para um abrigo de crianças e adolescentes nesta quarta-feira (4). Segundo a juíza da Vara da Infância e da Adolescência, Maria Luiza de Moura, que determinou a transferência, a situação do menino e dos três irmãos é de extrema vulnerabilidade.
"Determinamos essa medida protetiva de acolhimento porque só de ele ter dormido no presídio com uma pessoa que responde por estupro, já é algo gravíssimo. A família ainda vai ser citada para se defender, mas até lá eles vão ser mantidos em um abrigo, porque a situação é de risco, de vulnerabilidade extrema", informou a juíza.
O pedido de transferência dos irmãos de 8, 9, 12 e 13 anos foi feito pelo Conselho Tutelar. Segundo o promotor de justiça Paulo Rubens, o cumprimento da determinação foi feito ainda na manhã desta quarta-feira.
O garoto foi achado dormindo em uma das celas do presídio no último sábado (30), por agentes penitenciários que perceberam uma movimentação suspeita no prédio. A polícia civil investiga o caso e, inicialmente, os pais do menino podem responder por abandono de incapaz e constrangimento do garoto, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).A polícia ainda apura se o menino foi vítima de estupro de vulnerável, mas em depoimento incial, ele negou qualquer abuso.
O preso com quem ele passou a noite já responde por estupro e seria "compradre" do pai do adolescente, que também já cumpriu pena por estupro no mesmo presídio. À polícia, o menino revelou inclusive que quando o pai estava preso, dormiu pela primeira vez na penitenciária, com a família.
O delegado do caso, Jarbas Lima, destacou que os depoimentos dos pais e do menino estão divergindo. Enquanto o garoto e a mãe dizem que o pai insistiu para que ele ficasse, o pai disse que foi o menino que pediu para não ir embora.

 Da Redação com G1

Homem é assassinado a tiros durante caminhada com cachorro em João Pessoa

Leôncio Pereira da Silva, de 48 anos, trabalhava como ferreiro e foi baleado na rua

 Um homem foi assassinado a tiros enquanto caminhava com o cachorro de estimação, no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. O fato aconteceu por volta das 5h desta quarta-feira (4).
 Leôncio Pereira da Silva, de 48 anos, trabalhava como ferreiro e foi baleado na rua. O crime foi no Beco de Zé Borges, comunidade do bairro de Mandacaru. O autor e o motivo do assassinato não foram identificados.
 Em 2012, a vítima já tinha sido alvo de uma tentativa de homicídio, no mesmo local onde, hoje, caiu baleado e morreu.
 A equipe do Instituto de Polícia Científica (IPC) chegou às 7h18 para realizar a perícia e fazer a remoção do corpo do local. A mulher da vítima disse não saber o motivo do homicídio.

Da Redação com WSCOM
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